10 de Maio de 2019 (14:53)

Publicação: Agência IN - Caderno Setorial

IND AUTOMOTIVA: Groupe PSA produzirá furgões em Gliwice

SÃO PAULO, 10 de maio de 2019 - 'Esta é uma boa notícia para a fábrica de Gliwice e demonstra que nosso programa 'Fábrica Excelente' está sendo implementado em toda a Europa com sinergias e eficiência. O desempenho industrial será uma alavanca essencial ao serviço de nossas ambições no mercado dos veículos utilitários e nos permitirá garantir aos nossos clientes a melhor oferta do segmento para todas as nossas marcas, ' acrescentou Yann Vincent, Vice-Presidente Executivo de Indústria e Logística do Groupe PSA.

'Acolher a produção de furgões de grande porte é uma etapa essencial para o futuro da fábrica de Gliwice e um desafio importante para alcançar os melhores níveis de eficiência e de qualidade para satisfazer os clientes empresariais. Vamos demonstrar nos próximos anos nossa capacidade de adaptar nossos processos à produção desse tipo de veículo e estaremos à altura da confiança que nos foi depositada', disse Andrzej Korpak, Diretor da fábrica do Groupe PSA de Gliwice.

O Groupe PSA, líder europeu no segmento de VULs, pretende reforçar ainda mais sua participação neste mercado e acelerar seu desenvolvimento em outras regiões.

A fábrica de SevelSud (joint-venture FCA/PSA em Val di Sangro, Itália) excedeu sua capacidade de produção nos últimos três anos com a produção dos furgões grandes Peugeot Boxer, Citroën Jumper e Fiat Ducato.

A convergência das marcas Opel/Vauxhall na plataforma dedicada aos furgões de grande porte requer capacidade de produção adicional. O Groupe PSA decidiu ampliar sua presença em Gliwice, na Polônia, para explorar seu know-how e sua competitividade. A fábrica será transformada para acolher os veículos utilitários e adaptada à plataforma dedicada aos furgões de grande porte. Esse investimento visa aumentar a capacidade de produção da fábrica para 100 mil furgões por ano. Com o aumento da capacidade de produção no segmento dos furgões de grande porte das marcas Peugeot, Citroën, Opel e Vauxhall, o Grupo poderá atender melhor seus clientes até o final de 2021 e garantirá uma visibilidade industrial de mais de dez anos na fábrica de Gliwice.

10 de Maio de 2019 (01:01)

Publicação: Super Noticia - Geral

Carros autônomos devem piorar o trânsito, indica estudo feito nos EUA

Sabemos que os carros autônomos prometem tornar as estradas e as vias mais seguras e nos dar tempo extra para relaxar, fora benefícios como economia de energia e redução da poluição.

Só que um recente estudo divulgado nos Estados Unidos sugere que as vantagens dos futuros carros sem motorista podem não ser tão grandes quanto se imaginou.

Vamos querer ficar mais nos carros

De acordo com pesquisadores da Universidade de Michigan, os veículos autônomos serão tão convenientes e eficientes que poderemos começar a passar mais tempo em nossos carros.

As pessoas poderão trabalhar, dormir, navegar na internet, conversar, assistir a filmes e até dormir a bordo dos veículos. Toda essa comodidade abrirá espaço para que façamos viagens mais longas e mais frequentes.

Tecnologia

Expectativa. As montadoras acreditam que os primeiros carros 100% autônomos começarão a ganhar as ruas a partir de 2025 na Europa.

Em desenvolvimento. A escala de automação veicular vai de 0 a 5. Hoje, mesmo os carros mais sofisticados (como o Audi A8, por exemplo) estão no nível 3 de automação e precisam evoluir muito ainda para dispensarem o motorista ao volante.

Segundo a pesquisa, se a tecnologia autônoma for tornar as viagens de carro mais baratas, mais divertidas e mais convenientes, vamos querer gastar mais tempo nas estradas ou nas avenidas. E, consequentemente, engarrafamentos podem se tornar mais frequentes.

A principal mensagem do estudo é que o deslocamento induzido por carros autônomos representa um grande desafio para as metas de redução de uso de energia e de um trânsito menos caótico, afirma Samuel Stolper, coautor da pesquisa.

Tempo poupado

Stolper e seus colegas analisaram dados sobre o comportamento de viagens e as teorias econômicas existentes, em particular o efeito rebote a ideia de que quando as pessoas economizam dinheiro em viagens, elas viajam mais, compensando, assim, quaisquer benefícios.

É claro que carros autônomos não economizam combustível apenas. Seus estilos eficientes de planejamento de rotas e direção prometem poupar tempo às pessoas também.

Economia energética em xeque

Esse é o primeiro estudo do mundo a analisar o custo tanto do combustível quanto do tempo perdido nos veículos. Segundo os pesquisadores, uma economia de tempo de 38% ou mais poderia ser suficiente para encorajar as pessoas a viajarem mais em seus carros autônomos, eliminando, assim, a economia de energia.

Assim, metas de eficiência energética muito maiores serão necessárias para carros autônomos, conclui Ming Xu, que também elaborou a pesquisa.

Depois de checar os números, os pesquisadores preveem que as pessoas gastarão entre 2% e 47% mais tempo em seus carros e quanto mais rico você for, mais propenso a ter um carro-robô.

No estudo da Universidade de Michigan, os pesquisadores observam as melhorias em segurança, eficiência energética e utilização de tempo que os carros autônomos trarão, mas alertam para um efeito colateral importante: o aumento no consumo de energia em geral e também da poluição nas grandes cidades.

10 de Maio de 2019

Publicação: D. Comércio BH - Notícias

Sem regras, patinetes invadem capitais

Quem anda pelo centro de grandes cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília, certamente já esbarrou em patinetes elétricos, verdes ou amarelos, aparentemente largados pelas esquinas ou calçadas. A alternativa de transporte surgiu de forma discreta, levantando a curiosidade do brasileiro e, aos poucos, começou a cair no gosto popular, transformando-se em “febre". Desde a chegada do serviço de aluguel desses equipamentos, é comum ver pessoas circulando rapidamente entre os pedestres ou mesmo entre os carros em pequenos patinetes elétricos.

Na avaliação de especialistas, a nova opção traz vantagens para a mobilidade de grandes cidades. Entretanto, é necessário que o Poder Público regulamente o uso do equipamento para que haja regras que garantam a segurança de usuários, motoristas e pedestres.

Professor do Programa de Engenharia de Transporte do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Ronaldo Balassiano defende o aumento no número de opções de transporte, sobretudo nos locais onde os carros são os grandes poluidores.

“Do ponto de vista de se locomover em distâncias pequenas, entre 5 km ou 6 km, nas redondezas de casa ou do trabalho, o patinete traz uma contribuição boa para a mobilidade urbana. O grande problema é que as nossas autoridades, responsáveis por regular esses modos, continuam na idade da pedra. O patinete já vem sendo usado nos Estados Unidos e na Europa há alguns anos. Por que nós não nos preparamos para um mínimo de regulamentação?", questionou.

Os equipamentos, alimentados por uma bateria, podem chegar a uma velocidade máxima de 20 km por hora, tornando difícil frear ou mesmo desviar de um obstáculo a tempo de evitar uma queda ou colisão.

Especialista em mobilidade, Balassiano destacou que a regulamentação do Poder Público trará mais segurança.

Segundo ele, não se trata de “engessar" o modo de transporte, mas evitar acidentes, uma vez que os patinetes alcançam velocidades muito altas para serem usados nas calçadas.

“Se atropelar um idoso, uma criança ou uma gestante, a chance de acontecer um acidente grave é muito alta. Por outro lado, nas ruas, a gente sabe que os carros e os ônibus não respeitam nem as bicicletas, o que dirá os patinetes", advertiu Balassiano.

Na avaliação dele, o ideal é que os patinetes trafeguem em ciclovias ou ciclofaixas, juntamente com as bicicletas.

“Na França, para alugar um patinete é preciso ter uma carteira de motorista, colocando um veículo que vai ter uma certa velocidade nas mãos de quem já tem alguma ideia de como dirigir", completou o especialista, sugerindo o desenvolvimento de uma grande campanha conjunta, entre o Poder Público e as empresas, de conscientização dos usuários.

Mobilidade e segurança - Com quase 50 anos de profissão, o taxista Augusto César dos Santos diz que falta respeito por parte das pessoas que andam de patinete no centro do Rio de Janeiro. Eles se misturam ao pesado trânsito urbano das vias centrais, ziguezagueando entre carros e ônibus.

Consciente dos riscos e dos benefícios do patinete, a atuária Samara Alce que trabalha no centro do Rio diz que usa o modal para se deslocar com mais rapidez pelas ruas, mas tem cuidado com a velocidade e não trafega entre os carros.

“Eu tenho muito cuidado para usar o patinete. Quem sabe usar bem, sabe qual o objetivo do patinete, não vai se meter em acidente. Só se envolve em acidente quem quer se arriscar", disse Samara, que já utilizou quatro vezes o meio de transporte, mas sente falta de que seja oferecido capacete aos usuários.

Para o estudante de direito Igor Santos, o patinete é seguro, desde que se preste atenção ao terreno e se tenha o mínimo de habilidade. Ele costuma usar o equipamento para integrar o transporte de barcas, na Praça 15, com as estações de metrô na avenida Rio Branco.

“É tranquilo. Eu pego daqui para a barca ou de lá para o metrô. É mais rápido", disse enquanto desbloqueava o equipamento - procedimento padrão feito com o telefone celular, após um cadastramento prévio de dados, incluindo um número de cartão de crédito, para debitar o valor do uso.

Em Brasília, o casal Rodrigo Lima Costa e Claudete Rodrigues experimentou o equipamento pela primeira vez esta semana. Moradores do Entorno do DF e casados há dez anos, eles resolveram usar os patinetes para um momento de lazer, no Parque da Cidade.

“Eu vi um dia desses na rua e me perguntei porque uma pessoa deixava um patinete ali. Depois ela me falou que existia o aplicativo e hoje viemos experimentar. Vamos fazer uma experiência", disse Rodrigo Costa.

Usuário do serviço desde que ele começou na capital, o ex-servidor do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) Leonardo Dias disse que a opção pelo patinete para lazer e pequenos deslocamento na cidade coincidiu com o aumento no preço dos combustíveis.

Ele afirmou não ter vivenciado problemas ao se deslocar de patinete para trabalhar, mas ressaltou que os motoristas ainda não veem a alternativa como meio de transporte, mas como equipamento de lazer.

O ex-servidor público disse ainda que, mesmo utilizando os patinetes para se deslocar na cidade, não acredita na necessidade de regulamentação do serviço.

“As bikes vieram, mas logo depois vieram os patinetes e tomaram conta. Muita gente, querendo ou não, está optando pelo patinete quando o deslocamento é muito próximo. Mas como o serviço é novo, não acho ainda necessária uma regulamentação", afirmou. (ABr)

Rio - A recente oferta de aluguel de patinetes elétricos nas grandes cidades aliada ao aumento no número de usuários tem feito com que governos e prefeituras corram para tentar regulamentar a atividade.

Não há normas sobre o uso do novo modal, o que tem transformado ruas em locais sem lei para os patinetes. A reportagem flagrou usuários de patinetes elétricos circulando entre os carros e “cortando" pedestres. A maior parte deles não usa capacete, apesar das recomendações das empresas que oferecem o serviço.

Na avaliação do especialista em mobilidade Ronaldo Balassiano, o estabelecimento de normas para uso do equipamento trará mais segurança para motoristas, pedestres e usuários do serviço. Segundo ele, os governos têm demorado para fazer a regulamentação.

Distrito Federal - No Distrito Federal, a Secretaria de Mobilidade informou que o governo está elaborando um projeto de lei para atualizar a política de mobilidade urbana cicloviária, que já prevê o uso das bicicletas compartilhadas e dos patinetes. Entretanto, ainda não há uma data prevista para apresentar a proposta.

Na falta de uma regulamentação sobre o serviço, a controvérsia em relação ao uso de patinetes em microdeslocamentos urbanos fez com que as autoridades se manifestassem com orientações para evitar acidentes. Em nota, na última terça-feira (7), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), em conjunto com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) e a Polícia Militar (PMDF), orienta o uso desses equipamentos somente em locais de circulação de pedestres, ciclovias ou ciclofaixas.

“Logo, não é permitido o trânsito de patinetes em faixas de rolamento, em razão do risco de compartilhamento de espaço com veículos automotores", diz a nota.

Rio de Janeiro - No Rio de Janeiro, a Guarda Municipal afirma que não há regulamentação para aplicação de multa a condutores de patinetes elétricos. Entretanto, a prefeitura afirma que durante o patrulhamento de rotina, os guardas atuam na orientação de condutores de patinetes, bicicletas elétricas e outros tipos de veículo para uma direção defensiva. Em nota, a Guarda Municipal afirmou que promove ações educativas e distribui folhetos sobre o uso correto das ciclovias e das áreas de lazer na orla da cidade. Entre as informações, está a orientação para o limite de velocidade na ciclovia (20km), a proibição de andar na contramão e a necessidade de respeitar as leis de trânsito.

Prefeituras querem regulamentar uso dos equipamentos

São Paulo - Em São Paulo, a Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes criou em janeiro um grupo de trabalho para estudar a regulamentação do sistema de compartilhamento de patinetes elétricos na cidade.

A partir de uma chamada pública, 11 empresas demonstraram interesse em participar da elaboração dessas normas. A primeira reunião envolvendo os empreendedores e o Poder Público aconteceu no dia 19 de março.

A secretaria também está consultando outras prefeituras do mundo, como as de Nova York, nos Estados Unidos, e Paris, na França, para analisar as experiências com essa forma de transporte. Entre as preocupações, está o estabelecimento de critérios para que os equipamentos sejam seguros, confiáveis e não sejam estacionados de modo a atrapalhar a circulação de pedestres.

As empresas que fornecem o serviço afirmam que disponibilizam as informações de segurança no momento em que o usuário se cadastra no aplicativo. Elas informam que têm como prioridade a prevenção de acidentes e que trabalham para intensificar as campanhas de conscientização em prol do uso correto dos patinetes, através do aplicativo e pelas redes sociais. A velocidade recomendada aos usuários é de 6 km/h nas calçadas e de 20 km/h nas ciclovias ou ciclofaixas.

Em nota, a Yellow - que oferece patinetes elétricos no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília - afirma que a idade mínima para a utilização do equipamento é 18 anos e que demais orientações, como a importância do uso de capacete, constam do termo de uso disponível no aplicativo.

Ainda segundo a empresa, a operação dos patinetes respeita as determinações das resoluções 375 e 465 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), entre elas, a limitação da circulação desses veículos a “áreas de pedestres, ciclovias e ciclofaixas".

A empresa também recomenda aos usuários planejar o caminho, não trafegar com mais de uma pessoa, dar sempre preferência ao pedestre e respeitar as regras do trânsito.

Outras recomendações são: jamais conduzir o patinete se houver ingerido álcool, segurar sempre o guidão com as duas mãos e ficar atento a irregularidades nas vias, como buracos, bem como galhos e árvores que possam oferecer riscos no trajeto.

Na capital fluminense, o serviço de patinetes elétricos é oferecido por três empresas: a Yellow e a Grin, muito presentes na área central da cidade, e a Tembici, que atua em parceria com a Petrobras, na orla de Copacabana e Ipanema.

Em São Paulo, o serviço vem sendo oferecido desde agosto de 2018 pela Yellow. A primeira experiência foi com uma estação em um prédio privado na Avenida Faria Lima, na zona oeste da cidade. Desde então, a empresa expandiu a área de atuação e atualmente tem equipamentos disponíveis na Vila Madalena, Pinheiros, Jardins, Vila Mariana e Campo Belo. Atualmente, a Grin também disponibiliza patinetes para locação na cidade.

No Distrito Federal (DF), o serviço de patinetes está disponível no Plano Piloto (região central da cidade) e em Águas Claras e é oferecido pela Yellow e pela Grin, desde janeiro de 2109.

Apenas a Tembici, empresa que opera do Rio, divulga o número de patinetes. Segundo a empresa, 500 modelos elétricos ficam espalhados pela orla da zona sul. Para aumentar a segurança, ainda segundo a empresa, os equipamentos têm uma prancha mais ampla, rodas maiores e um visor que mostra a velocidade, limitada a 15 km/h, com o objetivo de reduzir o risco de acidentes e lesão ao usuário e aos pedestres. Também são oferecidos capacetes nas estações.

Grin e Yellow não divulgam os dados referentes ao número de patinetes disponíveis alegando questões estratégicas. (ABr)

10 de Maio de 2019

Publicação: D. Comércio BH - Notícias

Honda HR-V ganha motor 1.5 turbo para a linha 2020

A Honda lançará, em junho, a linha 2020 do HR-V. A principal novidade é o retorno da versão topo de linha Touring. Ela chegará ao mercado com a adoção de equipamentos inéditos ao modelo, como teto solar panorâmico, Honda LaneWatch, bem como o motor 1.5 turbo de 173 cv, dentre outras novidades.

As demais versões do SUV trazem novos equipamentos de conforto e comodidade. Na linha 2020, a versão EXL passa a oferecer os sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, bem como uma nova grade frontal com acabamento em black piano.

A central multimídia de 7 polegadas touchscreen, com conectividade aos sistemas Apple CarPlay e Android Auto, é a principal novidade para a versão EX, que recebe, ainda, sensores de estacionamento traseiros.

Por meio dessa nova central é possível a operação intuitiva de mapas do sistema de navegação do Waze (navegação disponibilizada por meio do Android Auto e Apple CarPlay), além da reprodução de músicas via bluetooth, por dispositivos portáteis, ou de serviços de streaming (via conexões Bluetooth, Android Auto ou Apple CarPlay).

Por fim, a versão LX, de entrada, recebe câmera de ré integrada à central multimídia de 5 polegadas, com três modos de visão, facilitando as manobras e aumentando a visibilidade do condutor.

Touring - A versão Touring, que retorna na linha 2020 para completar a família do SUV, composta pelos modelos LX, EX e EXL, recebe equipamentos inéditos ao utilitário.

No design, o visual ficou mais refinado no modelo Touring, informou a Honda. A dianteira ganha uma nova personalidade, com a adoção de faróis principais e de neblina Full LED - com alta eficiência luminosa em diferentes condições de rodagem -, bem como uma nova grade frontal, com acabamento em black piano, que complementam o visual do HR-V.

O inédito teto solar panorâmico da versão Touring - o primeiro do tipo oferecido em um modelo da marca no Brasil - aumenta a sensação de espaço e luminosidade para os ocupantes dos bancos dianteiros e traseiros, bem como agrega um estilo único ao HR-V, combinado a nova antena em formato barbatana, itens exclusivos da versão Touring.

Na parte traseira, o logotipo Turbo e o sistema de escapamento em inox com duas saídas completam o design da versão Touring.

Interior - No interior, a versão topo de linha passa a ter, de acordo com a cor externa, a opção de acabamento na cor cinza claro ou preto para bancos (revestidos co material sintético que imita o couro), laterais de porta, console central e painel. Costuras duplas nas laterais de porta também são exclusivas da versão Touring.

Equipado com a tecnologia Smart Entry, o HR-V Touring permite a abertura do modelo sem o uso da chave, por aproximação, enquanto o botão de partida torna mais cômoda a operação do veículo.

Equipado com sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, câmera de ré (com três modos de visualização) e o exclusivo sistema Honda LaneWatch, o HR-V em sua versão topo de linha permite visibilidade total em manobras e durante a condução.

O sistema Honda LaneWatch é composto de uma câmera instalada no retrovisor direito, que amplia o ângulo de visão do motorista além do proporcionado pelo espelho retrovisor, eliminando pontos cegos e projetando essa imagem ampliada no sistema multimídia, ao se acionar a seta, ou mesmo ao pressionar um botão na alavanca.

Com isso, o condutor passa a ter muito mais segurança em mudanças de faixa e mais comodidade em manobras. O HR-V Touring traz, ainda, equipamentos exclusivos, como sensores de chuva e retrovisor fotocrômico automático.

Essa versão recebe a central multimídia de 7 polegadas touchscreen, com conectividade aos sistemas Apple CarPlay e Android Auto, com navegador GPS integrado ao sistema.

Motorização - As versões LX, EX e EXL do HR-V 2020 são equipadas com o motor 1.8 16V capaz de render 139/140 cv, que é combinado à transmissão CVT - com simulação de sete velocidades e aletas para trocas de marchas no volante (equipamento das versões EX e EXL).

A versão Touring, por sua vez, marca a estreia da motorização turbo com injeção direta no HR-V, garantindo desempenho e eficiência energética, posicionando-o em um novo patamar.

O motor 1.5 de quatro cilindros, que traz calibragem específica para o HR-V, utiliza turbo de baixa inércia, injeção direta, variação de tempo de abertura das válvulas de admissão e escape (Dual VTC) e válvula wastegate eletrônica, gerando 173 cv a 5.500 rpm, com o torque linear de 22,4 kgfm entre 1.700 rpm a 5.500 rpm.

Crédito: DivulgaçãoCrédito: DivulgaçãoCrédito: Divulgação

Câmbio CVT e conjunto de suspensão foram aprimorados para o motor turbo

O motor turbo é acoplado a uma transmissão continuamente variável (CVT), a mesma adotada no Civic Touring e no CR-V, mas ajustada especificamente para o HR-V, que entrega ampla potência ao longo de toda a faixa de trabalho do motor, segundo a Honda.

Essa transmissão traz algumas características específicas: função Kick Down, que reduz rapidamente a relação de marcha para permitir uma retomada mais eficiente quando o pedal do acelerador é pressionado até o fim do curso e uma modularidade maior da aceleração em médias rotações, bem como a simulação das sete velocidades com o acelerador à plena carga, aumentando a percepção de performance e reduzindo o ruído de aceleração nesta condição.

O freio motor fornecido pela transmissão CVT do modelo Touring também foi aprimorado, com a simulação de reduções de marcha de forma automática em condições de frenagem brusca, aumentando a eficiência nestas condições.

Outro aprimoramento, já aplicado à transmissão CVT na linha 2019, torna mais progressiva a aceleração nas condições de “anda e para" fazendo com que a rotação do motor não suba excessivamente em situações de aceleração em trânsito, aumentando o conforto para os ocupantes nestas condições, informou a Honda.

Para se adequar ao novo motor 1.5 turbo, o HR-V Touring recebeu uma calibragem específica para o conjunto de suspensão, com novas molas e amortecedores, barra estabilizadora dianteira de maior diâmetro e a adoção da tecnologia Agile Handling Assist (AHA), que aprimora a estabilidade dinâmica do SUV em curvas, aplicando o conceito de vetorização de torque ao modelo.

De série - O HR-V traz de série, em todas as versões, o sistema de rebatimento de bancos Magic Seat, com três modos de utilização: Utility, que permite rebater os bancos traseiros e ter uma superfície verdadeiramente plana para acomodação de bagagens; Tall, que proporciona um espaço para acomodar objetos altos no assoalho do veículo, como um vaso de plantas, elevando o assento dos bancos traseiros e Long, para o transporte de volumes longos como uma prancha de surf, rebatendo também o encosto do banco do passageiro dianteiro.

Todas as versões contam com ar-condicionado, freio de estacionamento com acionamento eletrônico e função brake hold, controle de cruzeiro e faróis de neblina (halógeno nas versões LX, EX e EXL e de LED na versão Touring), bem como vidros elétricos com um toque para subida/descida e destravamento do porta-malas por controle.

No quesito segurança, todas as versões são equipadas com controle de tração e estabilidade (VSA), assistente de partida em rampa (HSA) e luzes de frenagem de emergência (ESS).As versões EX, EXL e Touring trazem, ainda, ar-condicionado digital touchscreen, airbags laterais, e aletas para trocas de marcha no volante, habilitando a simulação de sete marchas na transmissão CVT, e volante com revestimento em couro.

As versões EX, EXL e Touring trazem, ainda, ar-condicionado digital touchscreen, airbags laterais, e aletas para trocas de marcha no volante, habilitando a simulação de sete marchas na transmissão CVT, e volante com revestimento em couro.

As versões EXL e Touring oferecem bancos revestidos co material sintético que imita o couro, airbags laterais do tipo cortina, acendimento automático dos faróis, central multimídia de 7 polegadas com navegador integrado, bem como espelhos retrovisores com rebatimento elétrico e função tilt down em marcha a ré.

O modelo está disponível nas cores: branco Tafetá (sólido), prata Platinum, cinza Barium, azul Cósmico (metálicos), branco Estelar, preto Cristal e vermelho Mercúrio (perolizados). A versão Touring traz interior na cor cinza nas cores branco Estelar, cinza Barium e azul Cósmico. As demais cores trazem interior com acabamento preto.

09 de Maio de 2019 (18:37)

Publicação: Agência IN - Tempo Real

MOTOCICLETAS: Produção de motocicletas recua de 0,3% em abril

SAO PAULO, 9 de maio de 2019 - O setor de motocicletas continua em ritmo de crescimento. Dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares - Abraciclo mostram que em abril saíram das linhas de produção 91.220 unidades, aumento de 3,2% na comparação com o mesmo mês do ano passado (88.422 unidades). Na comparação com março passado (91.537 unidades), houve um recuo de 0,3%.

No acumulado dos quatro primeiros meses do ano foram produzidas 368.055 motocicletas no Polo Industrial de Manaus - PIM, correspondendo a uma alta de 5,8% ante igual período de 2018 (348.009 unidades).

Em recente revisão de suas projeções, o setor passou a ter a expectativa de produzir 1.100.000 motocicletas em 2019, volume 6,1% superior ao de 2018 (1.036.846 unidades).

'Houve uma ampliação da oferta de crédito pelas instituições financeiras, sobretudo bancos de montadoras. Além disso, cresce a contemplação de motocicletas pelo sistema de consórcio, contribuindo para o aquecimento da demanda. O Crédito Direto ao Consumidor - CDC e o Consórcio representam quase 70% das vendas de motocicletas no mercado nacional', afirma Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo.

O presidente da entidade também comenta que o fato do mercado de motocicletas se mostrar continuamente aquecido em um contexto econômico relativamente adverso, em que as taxas de desemprego ainda se mantêm elevadas e a inflação se encontra em ascensão, decorre do atendimento a uma demanda deprimida verificada desde o segundo semestre do ano passado. 'O desejo de compra de motocicletas estava evidente, porém o consumidor tinha dificuldades para encontrar o modelo específico que pretendia adquirir. Como as fabricantes reviram seus planos e processos de produção nos últimos meses, foi possível atender a esta demanda específica de maneira bem mais objetiva. Daí resultou o aumento em parte significativa dos negócios', explica Fermanian.

Em abril as vendas no atacado - repasse para as concessionárias - somaram 90.267 motocicletas, alta de 14,9% ante abril de 2018 (78.536 unidades). Contudo, na comparação com março (93.559 unidades) houve recuo de 3,5%.

De janeiro a abril deste ano as vendas no atacado somaram 360.908 unidades, alta de 15,5% ante mesmo período de 2018 (312.546 unidades).

De acordo com levantamento do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), foram emplacadas 93.370 motocicletas em abril, alta de 13,7% ante o mesmo mês de 2018 (82.118 motocicletas). Na comparação com março (83.798 unidades), o aumento foi de 11,4%.

Em abril a média diária de vendas foi de 4.446 unidades, crescimento de 13,7% ante abril do ano passado (3.910 unidades) e de 0,8% ante março (4.410 motocicletas). Este é o melhor resultado alcançado pelo setor no mês de abril desde 2015, que apresentou média diária de 5.408 unidades.

Ainda com base nos dados do Renavam, de janeiro a abril foram emplacadas 352.022 motocicletas, alta de 16,8% ante o mesmo período de 2018 (301.422 unidades).

Em abril foram exportadas 2.924 motocicletas, recuo de 56,2% ante o mesmo mês de 2018 (6.672) e queda de 17% na comparação com março passado (3.525 unidades). No acumulado dos quatro primeiros meses do ano foram embarcadas para os outros países 14.306 unidades, redução de 52,3% ante o mesmo período do ano passado (29.992 unidades).

Segundo dados do portal de estatísticas de comércio exterior Comex Stat analisados pela Abraciclo, a Argentina foi o principal comprador de motocicletas brasileiras em abril, com 1.818 unidades, 66,5% do total. Em segundo lugar ficaram os Estados Unidos, com 328 unidades e 12% de participação, e em terceiro a Colômbia, 200 unidades e 7,3% de participação.

De janeiro a abril, a Argentina manteve a liderança com 5.650 motocicletas compradas do Brasil, correspondendo a 43,9% do total, seguida pelos Estados Unidos, com 2.552 unidades e 19,8% de participação, e pelo Canadá, com 1.488 unidades, representando 11,6% do total exportado.

A Street liderou o ranking de motocicletas mais comercializadas por categoria no País em abril, com 47,4% de participação (42.770 unidades. Em segundo lugar ficou a Trail, com 18,5% (16.681) e em terceiro a Motoneta com 16,4% (14.843 unidades).

Na sequência do ranking vieram Scooter, com 10,7% de participação (9.636 unidades) e Naked, com 2,4% de participação (2.130 unidades).

De janeiro a abril as categorias se posicionaram da seguinte forma no ranking: Street em primeiro com 50,7% de participação (183.026 motocicletas, alta de 15,7% ante 158.133 unidades no mesmo período do ano passado). Em segundo lugar ficou a Trail, com 19,2% de participação (69.140 unidades, queda de 0,9% ante 69.784 unidades no mesmo período do ano passado).

Em terceiro, a Motoneta com 15,4% de participação (55.459 motocicletas, alta de 25,9% ante 44.046 unidades no mesmo período do ano passado). Em quarto aparece a Scooter com 8,3% (29.868 unidades, alta de 41,7% ante 21.071 unidades no mesmo período do ano passado). Em seguida está a Naked com 2,4% (8.704 motocicletas, alta de 15,9% ante 7.513 unidades no mesmo período do ano passado).

Os emplacamentos de motocicletas da categoria Scooter somaram 7.735 unidades em abril, correspondendo a uma alta de 30,9% ante o mesmo mês do ano passado (5.910 unidades) e de 29,1% na comparação com março (5.991 unidades).

Nos quatro primeiros meses do ano foram licenciadas 26.467 Scooters, representando uma alta de 13,3% ante 23.361 unidades do mesmo período de 2018.

09 de Maio de 2019 (18:45)

Publicação: Agência IN - Tempo Real

CAPITAL ABERTO: Receita líquida consolidada da Randon cresce 23,0%

SAO PAULO, 9 de maio de 2019 - A Randon S.A Implementos e Participações (Empresas Randon) inicia 2019 com boas perspectivas. Após um desafiador 2018, a Companhia encerra o primeiro trimestre deste ano com indicadores positivos tendo registrado crescimento de receita líquida em todas as divisões (montadoras, autopeças e serviços financeiros), comparando 1T2019 com 1T2018, apesar de uma pequena redução em relação ao último trimestre do ano anterior.

A receita bruta total, com impostos e antes da consolidação, somou R$ 1,6 bilhão no primeiro trimestre deste ano, o que representa aumento de 25,9% no comparativo com o mesmo período de 2018 (R$ 1,3 bilhão). A receita líquida consolidada cresceu 23,0% atingindo R$ 1,1 bilhão contra R$ 921,6 milhões em igual período de 2018. O lucro bruto consolidado atingiu R$ 268,9 milhões (23,8% superior ao 1T18) e a margem bruta passou de 23,6% no 1T18 para 23,7% no 1T19. No primeiro trimestre, o EBITDA consolidado somou R$ 134,3 milhões, redução de 15,8% em relação ao valor obtido no mesmo trimestre de 2018 (R$ 159,5 milhões). A margem EBITDA passou de 17,3%, no 1T18, para 11,8%, no 1T19. A redução do EBITDA no 1T19 deve-se ao impacto negativo do Hedge Accounting em R$ 18,5 milhões. Já o 1T18 havia concentrado grandes volumes de não recorrentes o que beneficiou o EBITDA no período.

'A tônica deste novo momento é a confiança de que teremos um ciclo positivo, mas com desafios para controlar a inflação de materiais e conduzir bem os processos de integração das novas controladas. Também estamos atentos ao crescimento econômico brasileiro, fator fundamental para a estabilização da demanda', observa o CFO das Empresas Randon, Paulo Prignolato.

Montadoras - Embora historicamente o primeiro trimestre do ano seja o mais fraco em termos de volumes, este foi o melhor primeiro trimestre da história em volumes de mercado. Do total de 13.949 emplacamentos no mercado brasileiro (60,9% maior do que no 1T18), 4.413 foram produtos Randon, o que representou uma Market share de 31,6%. A Companhia está conduzindo uma série de iniciativas e investimentos para elevar sua produção em 30% até meados do ano para fazer frente à demanda aquecida.

Vagões ferroviários - Foram vendidos 86 vagões ferroviários no trimestre, contra 355 unidades no mesmo período do ano anterior (-75,8%). O mercado de vagões ferroviários deve permanecer pressionado neste ano, mas há sinais positivos como o recente leilão do trecho da ferrovia norte-sul, além de avanços nas discussões para renovação das concessões ferroviárias.

Autopeças - O crescimento nas vendas de caminhões no mercado brasileiro está sustentando os volumes de produção das OEMs. As exportações, por outro lado, apresentaram queda mais acentuada de -65,6%, muito por conta do fraco desempenho da Argentina, principal destino das vendas de caminhões brasileiros ao mercado externo. A demanda das OEMs por autopeças permaneceu aquecida, principalmente nos segmentos de caminhões pesados e semipesados, beneficiando diretamente os volumes das empresas dessa divisão e que estão mais ligadas a estes produtos. Já no mercado de reposição, o cenário no início de 2019 foi mais desafiador que o esperado. Para a Fras-le, que tem grande exposição a esse setor, o ambiente competitivo se mostrou bastante acirrado.

Mercado externo - As vendas consolidadas para o mercado externo somaram US$ 40,4 milhões no 1T19, 9,8% acima do 1T19. As exportações das Empresas Randon representaram 13,5% da receita líquida consolidada no 1T19, contra 13,4%, no mesmo período de 2018. Neste trimestre, a receita de exportação proveniente de semirreboques apresentou crescimento de 40,5% no comparativo com o 1T18. O Chile permanece sendo o principal destino de implementos, seguido por Paraguai e Cuba. No mercado africano, o cenário é positivo embora os volumes ainda sejam baixos. No primeiro trimestre deste ano foram exportados 49 equipamentos para Gana e Costa do Marfim, países com liquidez e boas perspectivas de negócios. Com a redução das exportações para o mercado argentino, neste 1T19, o NAFTA passou a ser a região mais relevante para a Companhia, representando 40,0% das exportações consolidadas. O total entre a soma das exportações e das receitas geradas no exterior (com eliminações) foi de US$ 68,6 milhões no 1T19 contra US$ 65,3 milhões no 1T18.

09 de Maio de 2019 (18:23)

Publicação: Jornal O Pioneiro - Economia

Faturamento da Randon cresce no primeiro trimestre do ano

Pioneiro

A Randon S.A Implementos e Participações (Empresas Randon) inicia 2019 com boas perspectivas. Após um desafiador 2018, a companhia encerra o primeiro trimestre registrado crescimento no faturamento em todas as divisões (montadoras, autopeças e serviços financeiros). O balanço financeiro do período entre janeiro e março foi divulgado nesta quinta-feira (9).

De janeiro a março deste ano, a receita bruta do grupo chegou a R$ 1,6 bilhão, crescimento de 25,9% frente a igual período de 2018. Já a receita líquida atingiu R$ 1,1 bilhão, alta de 23%. Ao final do primeiro trimestre de 2019, a Randon registrou lucro líquido de R$ 31,6 milhões, uma queda de 26,7%.

- A tônica deste novo momento é a confiança de que teremos um ciclo positivo, mas com desafios para controlar a inflação de materiais e conduzir bem os processos de integração das novas controladas. Também estamos atentos ao crescimento econômico brasileiro, fator fundamental para a estabilização da demanda - observa Paulo Prignolato, diretor financeiro das Empresas Randon.

Confira outros destaques do balanço:

Montadoras - Embora historicamente o primeiro trimestre do ano seja o mais fraco em termos de volumes, este foi o melhor primeiro trimestre da história em volumes de mercado. Do total de 13.949 emplacamentos no mercado brasileiro (60,9% maior do que no primeiro trimestre de 2018), 4.413 foram produtos Randon, o que representou uma participação de mercado de 31,6%. A companhia está conduzindo uma série de iniciativas e investimentos para elevar sua produção em 30% até meados do ano para fazer frente à demanda aquecida.

Vagões ferroviários - Foram vendidos 86 vagões ferroviários no trimestre, contra 355 unidades no mesmo período do ano anterior (-75,8%). O mercado de vagões ferroviários deve permanecer pressionado neste ano, mas há sinais positivos como o recente leilão do trecho da ferrovia norte-sul, além de avanços nas discussões para renovação das concessões ferroviárias.

Autopeças - O crescimento nas vendas de caminhões no mercado brasileiro está sustentando os volumes de produção das OEMs. As exportações, por outro lado, apresentaram queda mais acentuada de -65,6%, muito por conta do fraco desempenho da Argentina, principal destino das vendas de caminhões brasileiros ao mercado externo. A demanda das OEMs por autopeças permaneceu aquecida, principalmente nos segmentos de caminhões pesados e semipesados, beneficiando diretamente os volumes das empresas dessa divisão e que estão mais ligadas a estes produtos. Já no mercado de reposição, o cenário no início de 2019 foi mais desafiador que o esperado. Para a Fras-le, que tem grande exposição a esse setor, o ambiente competitivo se mostrou bastante acirrado.

Mercado externo - As vendas consolidadas para o mercado externo somaram US$ 40,4 milhões no primeiro trimestre de 2019, 9,8% acima do 1T19. As exportações das Empresas Randon representaram 13,5% da receita líquida consolidada entre janeiro e março de 2019, contra 13,4%, no mesmo período de 2018. Neste trimestre, a receita de exportação proveniente de semirreboques apresentou crescimento de 40,5% no comparativo com a temporada anterior. O Chile permanece sendo o principal destino de implementos, seguido por Paraguai e Cuba. No mercado africano, o cenário é positivo embora os volumes ainda sejam baixos. No primeiro trimestre deste ano ainda foram exportados 49 equipamentos para Gana e Costa do Marfim, países com liquidez e boas perspectivas de negócios. Com a redução das exportações para o mercado argentino, o NAFTA (bloco composto por Estados Unidos, México e Canadá) passou a ser a região mais relevante para a companhia, representando 40,0% das exportações consolidadas. O total entre a soma das exportações e das receitas geradas no exterior (com eliminações) foi de US$ 68,6 milhões no primeiro trimestre.

09 de Maio de 2019 (10:28)

Publicação: Maxpress - Releases

VW apoia a construção de unidade de cuidados paliativos em hospital no Paraná

Referência no combate ao câncer no estado, hospital Erasto Gärtner receberá nova unidade para tratamento humanizado

Pacientes com doenças em estágio terminal e seus familiares terão cuidados específicos e amparo psicológico

São José dos Pinhais - Uma das maiores empregadoras e geradoras de renda no Paraná, a Volkswagen do Brasil acaba de firmar mais uma parceria com o Governo do Estado, com foco no bem-estar social. O presidente e CEO da Volkswagen América Latina, Pablo Di Si, oficializou hoje, em uma reunião com o governador do estado, Carlos Massa Ratinho Junior, o apoio à construção de uma unidade de cuidados paliativos a pacientes em estágio terminal no Hospital Erasto Gärtner.

"A Volkswagen tem grande compromisso com o Brasil e com o Paraná, onde acaba de retomar o 2º turno na fábrica de São José dos Pinhais e também o anúncio da contratação de mais 60 pessoas para acelerar a produção do T-Cross, primeiro SUV produzido pela marca no Brasil. Além de gerar empregos, também temos responsabilidade com a comunidade no entorno de nossas fábricas, por isso estamos investindo tanto com ações sociais na região", afirma Pablo Di Si.

Esse apoio é uma das contrapartidas do Protocolo de Intenções firmado pela empresa com o governo do Paraná em 2013, através do Programa Paraná Competitivo, que estabelece condições gerais para realização de investimentos na fábrica de São José dos Pinhais. O mais recente deles, anunciado em 2018, fez parte do aporte de R$ 2 bilhões destinado ao desenvolvimento e produção do SUV T-Cross.

“Com localização estratégica e mão de obra especializada, o Paraná oferece condições ideais para o desenvolvimento de indústrias como a Volkswagen, e com isso, temos atraído investimentos importantes para a região. Além de movimentar a economia e proporcionar a geração de empregos, esses aportes beneficiam também a comunidade, por meio de investimentos sociais", explica o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Unidade de Cuidados Paliativos

Pessoas diagnosticadas com uma doença em estágio terminal precisam de cuidados específicos, seja para amenizar os sintomas da enfermidade, como também receber tratamento humanizado em um momento de grande vulnerabilidade. Pensando nessa necessidade, a Volkswagen investirá na construção da Unidade de Cuidados Paliativos do Hospital Erasto Gärtner, que é referência no estado no tratamento contra o câncer.

A unidade contará com uma equipe especializada em cuidados oncológicos específicos e também em amparo psicológico aos pacientes e seus familiares. Além de 26 leitos “humanizados", com decoração mais semelhante a uma casa do que um hospital, e acomodações para acompanhante, a unidade contará com espaços de convivência, proporcionando maior conforto e apoio emocional a todos.

09 de Maio de 2019 (10:00)

Publicação: Agência AutoData - Notícias

ID.3, o elétrico da Volkswagen, gera alto interesse

São Paulo - Em 24 horas a Volkswagen registrou, na Europa, mais de 10 mil interessados em adquirir o elétrico ID.3, que entrou em pré-venda na quarta-feira, 9, após uma breve apresentação em Berlim, Alemanha. A procura foi tanta que os servidores que hospedam a página na internet não aguentaram e ficaram instáveis durante todo o dia.

A fábrica de Zwickau, Alemanha, está sendo transformada em uma unidade de produção de modelos elétricos. Segundo a companhia já foram montadas duzentas unidades, ainda de pré-série, do ID.3 ali, com sucesso. A produção em série deverá começar no fim do ano - e, no fim de 2020, só sairão da unidade veículos elétricos da plataforma MEB, da VW e de outras marcas do grupo.

10 de maio de 2019

Publicação: Automotivebusiness

Tiguan Allspace obtém recorde em abril, com 1.324 emplacamentos

SUV médio da Volkswagen teve quase 9 mil unidades vendidas desde a apresentação, um ano atrás

REDAÇÃO AB

O Volkswagen Tiguan Allspace teve volume recorde de vendas em abril, com 1.324 unidades emplacadas. Foi o segundo pico de vendas em seis meses. No acumulado de 2019 o modelo registrou 3,3 mil unidades vendidas, volume considerável quando se leva em conta que a versão mais acessível tem preço sugerido de R$ 128.990.

O SUV médio da Volkswagen foi apresentado há um ano e somou quase 9 mil unidades licenciadas neste período. Ele se destaca pelas três versões de acabamento e pela opção de sete lugares.

O topo de linha R-Line tem motor 2.0 TSI de 220 cavalos e câmbio automático de sete marchas. Os modelos de entrada e intermediário recebem o 1.4 TSI de 150 cv e transmissão automática de seis velocidades. O Tiguan Allspace é montado no México sobre a plataforma modular MQB, também empregada no T-Cross e em outros veículos fabricados no Brasil.

09 de maio de 2019

Publicação: Automotivebusiness

Bosch reporta faturamento recorde em 2018; câmbio gera queda na América do Sul

Receita global somou € 78,5 bilhões, com lucro Ebit de € 5,5 bilhões e investimento em P&D de € 7,3 bilhões

PEDRO KUTNEY, AB

O crescimento não foi expressivo, apenas 2,2% de 2017 para 2018, mas o suficiente para a Bosch registrar mais um faturamento anual recorde no ano passado, somando € 78,5 bilhões, que resultou em lucro antes de impostos e juros (Ebit) de € 5,5 bilhões, em leve alta de 0,6%, com margem sobre as receitas que aumentou de 6,8% para 7%. Os resultados financeiros da empresa foram divulgados na reunião anual com a imprensa na quinta-feira, 9.

Os investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) continuam em níveis recordes para atender às novas demandas tecnológicas da indústria, atingiram € 7,3 bilhões, mantendo a relação em torno de 9% do faturamento, ficando acima inclusive dos dispêndios em capital fixo (bens, imóveis, fábricas), que chegaram a € 4,9 bilhões, ou 6,3% das vendas. A Bosch informa ter terminado 2018 com quase 410 mil empregados no mundo todo, com a criação de 8 mil vagas no ano, mais da metade nas atividades de P&D, que já concentram 68,7 mil pessoas globalmente – a maioria, 30,5 mil, na Alemanha.

Das quatro divisões do grupo alemão no mundo, a América do Sul foi a única que contabilizou queda de receitas em euros: total de € 1,4 bilhão, com participação de apenas 1,8% das vendas globais e 6,2% abaixo do apurado em 2017, apresentando assim o menor e o pior resultado, explicado quase que integralmente pela grande desvalorização cambial na Argentina e no Brasil. Sem considerar o câmbio desfavorável, o faturamento da região cresceu 11,6% quando a conta é feita em moedas locais.

Em comparação, a Bosch faturou € 41,4 bilhões na Europa (+3,3%), € 12,3 bilhões na América do Norte (+2,7%) e € 23,4 bilhões na Ásia-Pacífico (+0,7%). A divisão de Soluções de Mobilidade, que inclui todas as operações de autopeças e sistemas automotivos, continua sendo a maior do grupo, com receita de € 47,6 bilhões (em crescimento de 3,5%), seguida por Bens de Consumo (€ 12,3 bilhões em queda de 6,2%), Tecnologia Industrial (€ 7,4 bilhões +8,8%) e Energia e Tecnologia de Edificações (€ 5,6 bilhões +2,4%).

“2018 foi um ano de sucesso para o Grupo Bosch. Apesar dos desafios econômicos, em 2019 vamos continuar a investir grandes somas no desenvolvimento de novas tecnologias e áreas de negócios para assegurar a viabilidade futura da companhia”, afirmou o CFO Stefan Asenkerschbaumer.

Para este ano a diretoria da Bosch espera por variadas dificuldades econômicas no horizonte. Disputas comerciais internacionais, alto nível de endividamento dos países europeus e queda da produção automotiva então entre as principais barreiras para a economia global. Ainda assim, a companhia projeta vendas levemente superiores às registradas em 2018. Nos primeiros três meses do ano a Bosch informa que o faturamento ficou estável em relação ao ano passado.

GANHOS TECNOLÓGICOS EM CRESCIMENTO

Com investimentos intensivos em P&D, a Bosch tem transformado em novas fontes de receitas as principais disrupções tecnológicas em curso na indústria automotiva. Exemplo disso é o aumento do nível de automação veicular: atualmente a empresa tem 5 mil engenheiros dedicados ao desenvolvimento de sistemas de direção autônoma, quase o dobro do número de dois anos atrás, e até 2022 a empresa planeja investir € 4 bilhões em mobilidade automatizada e sustentável. Mas essas áreas de negócios já rendem faturamento anual de € 2 bilhões e a expectativa é de crescimento de 15% este ano. As vendas radares para veículos devem crescer 20% e de câmeras veiculares 30%.

Outra zona de crescimento do grupo é a eletromobilidade. Em 2025 a companhia projeta faturar € 5 bilhões com a venda de componentes para powertrain elétrico, cerca de 10 vezes mais do que o resultado de 2018. A Bosch estima que seus sistemas já estão presentes em 1 milhão de carros elétricos ao redor do mundo e até 2022 este número deve subir para 14 milhões de veículos. Com a conquista de contratos de fornecimento, o grupo está envolvido em 50 projetos de plataformas elétricas, 30 deles iniciados só no ano passado.

“Na crescente competição por criação de valor no domínio de tecnologia de powertrain, vemos boas oportunidades à frente. Nosso conhecimento de sistemas, nosso amplo portfólio de produtos e economias de escala na manufatura fazem de nós uma escolha natural para os fabricantes de veículos e provedores de mobilidade no mundo todo”, afirma Volkmar Denner, presidente do conselho de administração da Bosch.

Ele também prevê bom potencial econômico para as células de combustível, que geram eletricidade a partir de hidrogênio e ar. Recentemente a Bosch firmou uma aliança de desenvolvimento nessa área com a fabricante de células sueca Powercell, com projeto para oferecer a solução de eletrificação veicular por valores dois terços mais baratos dos que os vistos hoje – o que inviabilizou a tecnologia até agora. “Juntos com a Powercell, queremos lançar e vender as primeiras pilhas [de hidrogênio] até 2022 no máximo”, disse Denner.

Em paralelo, a Bosch também espera continuar a ganhar muito dinheiro com sistemas e componentes para os veículos tradicionais. A empresa projeta que em 2030 perto de 75% de todos os carros e comerciais leves do mundo vão continuar sendo acelerados por motores a combustão. Tendo esse horizonte em vista, pretende continuar a investir somas consideráveis no desenvolvimento de powertrain mais eficientes, incluindo o uso de inteligências artificial para controlar de forma preditiva o tratamento da exaustão de gases. Apenas em 2018, a venda de sistemas de tratamento e sensores de exaustão gerou vendas de € 2,3 bilhões, e a Bosch estima que esse valor deverá atingir € 3 bilhões em 2025.

09 de maio de 2019

Publicação: Automotivbusiness

Randon registra lucro menor e receita cresce no 1º trimestre

Faturamento avança 23% no período, para 1,13 bi, enquanto o lucro fica em R$ 31,6 milhões

REDAÇÃO AB

O lucro líquido das Empresa Randon fechou o primeiro trimestre em R$ 31,6 milhões, resultado 26,7% menor do que o apurado em igual período do ano passado, quando o grupo registrou R$ 43,1 milhões. Por outro lado, a receita líquida avançou 23% na mesma base de comparação, ao atingir R$ 1,13 bilhão. O Ebitda consolidado reduziu 15,8%, passando de 159,4 milhões para 134,3 milhões.

“A tônica deste novo momento é a confiança de que teremos um ciclo positivo, mas com desafios para controlar a inflação de materiais e conduzir bem os processos de integração das novas controladas. Também estamos atentos ao crescimento econômico brasileiro, fator fundamental para a estabilização da demanda”, observa o CFO das Empresas Randon, Paulo Prignolato.

A companhia registrou aumento das receitas em todas as divisões. No negócio montadoras, que inclui implementos e veículos especiais, a Randon emplacou pouco mais de 4,4 mil produtos, marcando uma participação de 31,6%. Já na área de vagões ferroviários, a empresa verificou queda de 75,8% do volume entregue no primeiro trimestre, que ficou nas 86 unidades. Há um ano, a divisão havia entregado 355 vagões. Segundo a fabricante, este mercado deve permanecer pressionado ao longo do ano, mas aponta para sinais positivos, como o recente leilão do trecho da ferrovia norte–sul, além de avanços nas discussões para renovação das concessões ferroviárias.

Nas autopeças, a demanda do mercado original (OEM) permaneceu aquecida, principalmente nos segmentos de caminhões pesados e semipesados. Por outro lado, no mercado de reposição, a Fras-le registrou prejuízo de R$ 2,5 milhões no período afetada pelo aumento dos custos de produção, com pressão inflacionária da matéria-prima, além da queda brusca no mercado argentino. No mercado externo, a Randon registrou aumento de quase 20% das vendas, somando US$ 40,4 milhões no acumulado dos três primeiros meses do ano. As exportações responderam por 13,5% da receita líquida total do grupo, com Chile como principal destino dos implementos da marca, seguido por Paraguai e Cuba.

Com a redução das exportações para o mercado argentino, a América do Norte (Nafta) passou a ser a região mais relevante para a empresa, representando 40% das exportações. O total entre a soma das exportações e das receitas geradas no exterior (com eliminações) foi de US$ 68,6 milhões, sempre considerando o resultado do primeiro trimestre. Há um ano, esse resultado foi US$ 65,3 milhões.

09 de maio de 2019

Publicação: Automotivbusiness

Lucro da Marcopolo reduz 12,7% no trimestre, para R$ 27 milhões

Já a receita líquida aumenta 17,5% no período, para R$ 898,6 milhões

REDAÇÃO AB

O lucro líquido da Marcopolo diminuiu 12,7% no primeiro trimestre ao registrar R$ 27 milhões, apesar de receita líquida 17,5% maior no período, que totalizou 898,6 milhões contra R$ 764,8 milhões registrados em igual período do ano passado. Em comunicado, a fabricante de carrocerias de ônibus informa que no Brasil, as vendas renderam faturamento 23,3% maior nos três primeiros meses do ano, para R$ 411,3 milhões.

Para o CFO e diretor de relações com investidores, Antonio Valiati, o primeiro trimestre é histórico e sazonalmente mais fraco na venda de ônibus e que o aumento dos negócios no período sinalizam a continuidade da recuperação do mercado.

“A Marcopolo ampliou a produção em mais de 23% neste primeiro trimestre, passando de 2,4 mil para mais de 3 mil unidades, entre todos os modelos feitos no Brasil. Deste total, quase 1 mil foram para clientes do exterior”, destaca.

Por segmento, a empresa registrou avanço de 15,1% na produção de carrocerias para ônibus urbanos, impulsionada pelas exportações para Santiago, no Chile. Já nos rodoviários, houve queda de 12,2% dos volumes, reflexo da acomodação deste mercado após a antecipação da demanda provocada pela nova norma de acessibilidade imposta em outubro passado e que obriga a instalação de elevador nos veículos. A Marcopolo entregou ainda 488 ônibus para o programa Caminho da Escola, dos quais 170 micros, 147 urbanos e 171 modelos da marca Volare. No segmento de micro-ônibus, o volume dobrou, para 585 unidades fabricadas, puxado pela demanda de clientes do mercado nacional, principalmente por pequenos frotistas.

Fora do Brasil, as fábricas das controladas pela Marcopolo também registraram bons resultados: na mexicana Polomex, houve crescimento expressivo de 155,6%, e da colombiana Superpolo, a alta foi de 65,5% na comparação trimestral, beneficiada pela renovação da frota de Bogotá, na Colômbia.

Fora do Brasil, as fábricas das controladas pela Marcopolo também registraram bons resultados: na mexicana Polomex, houve crescimento expressivo de 155,6%, e da colombiana Superpolo, a alta foi de 65,5% na comparação trimestral, beneficiada pela renovação da frota de Bogotá, na Colômbia.

09 de maio de 2019

Publicação: Automotivebusiness

Iveco entrega 197 ambulâncias ao Governo Federal

Pregões realizados pelo Ministério da Saúde preveem compra de 500 Daily em 12 meses

REDAÇÃO AB

A Iveco entregou ao Governo Federal 197 ambulâncias montadas sobre o Daily Gran Furgone. Os veículos fazem parte de pregões realizados pelo Ministério da Saúde, que preveem um total de 500 unidades. Os furgões adaptados para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram comprados por causa de um programa de renovação de frota.

Todas as novas unidades móveis receberam estrutura para socorro em situações extremas. Utilizam motor turbodiesel de 146 cavalos, têm tração traseira e plataforma baixa, que facilita o acesso e retirada de pacientes.

O gerente de vendas ao governo da Iveco, Renato Perrota, recorda que os veículos da marca têm boa aceitação por causa de soluções para aplicação em saúde, segurança, transporte escolar, atendimento social e de pessoas com mobilidade reduzida. “O resultado positivo no pregão ocorreu pelo empenho de diferentes áreas da Iveco”, conclui Perrota.

09 de maio de 2019

Publicação: Automotivebusiness

Librelato investirá R$ 25 milhões para aumento de capacidade produtiva

Aporte aumentará área construída na fábrica de Içara e introduzirá tecnologias de indústria 4.0 na planta de Criciúma

SUELI REIS, AB

No ano em que completa 50 anos, a Librelato, fabricante de implementos rodoviários, planeja investimento de R$ 25 milhões em suas fábricas de Içara e Criciúma, ambas em Santa Catarina, com foco no aumento da capacidade produtiva. O aporte que será aplicado ao longo de 2019 prevê a introdução de tecnologias de indústria 4.0, com processos automatizados em Criciúma, além da construção de nova área fabril de 9 mil m2 e ampliação da área administrativa até o fim deste ano na planta de Içara.

“Só na cabine de pintura, por exemplo, vamos investir R$ 5,5 milhões do total; toda a pintura passará a ser feita só por robôs”, conta o CEO, José Carlos Sprícigo.

Com uma taxa de ocupação elevada, o executivo diz que a modernização em curso deverá ser concluída em fevereiro de 2020, quando a capacidade deverá avançar para 14 mil unidades por ano. A ampliação prevê ainda a contratação de mais 130 pessoas até agosto. Atualmente, a empresa conta com 1,5 mil funcionários, sendo que 400 foram contratados nos primeiros quatro meses de 2019.

O executivo tem pressa em atender o mercado. Atualmente com um prazo de 120 dias para a entrega dos produtos, Sprícigo revela que toda a transformação que vem sendo feita na companhia se deve ao reaquecimento do mercado de caminhões. Em 2018, a marca, que só atua no segmento de implementos da linha pesada (reboques e semirreboques), viu suas vendas dobrarem em comparação com o ano anterior, com a venda das 7 mil unidades produzidas no período. Enquanto isso, o mercado total deste segmento cresceu 49,1%. O volume também lhe garantiu uma participação inédita de 13% no segmento em que atua e com isso, a marca figura hoje como a terceira maior fabricante do ramo no Brasil.

Também em 2018, a empresa teve seu melhor ano em exportações, com quase 1 mil unidades embarcadas, um novo recorde, com produtos enviados ao Paraguai, Chile, Uruguai e Bolívia. Atualmente, a marca não atua no mercado argentino.

“Neste ano de Fenatran, os indicativos apontam para uma expansão ainda mais significativa: podemos chegar a 17% de participação com a venda de 11 mil implementos, o total de nossa capacidade produtiva atual”, afirma.

Se sua projeção se confirmar, a empresa terá crescido 57%, enquanto a previsão para o mercado total é de uma nova alta de até 20%, para algo entre 52 e 55 mil implementos. “Só no primeiro quadrimestre, nossos negócios avançaram acima dos 70%”, revela Sprícigo. Para o mercado de caminhões, ele aposta em avanço das vendas de 20% no segmento pesado.

Para o executivo, a diversificação do portfólio garante o fôlego nos altos e baixos do mercado. “Temos a linha basculante, que é nosso carro chefe para o setor de construção, por exemplo, mas o mercado caiu pela falta de investimentos nessa área. Ao mesmo tempo, atuar com outras linhas ajudam a compensar esse tipo de perda, como a florestal, que vem se mantendo com 30% de participação nas nossas vendas”, exemplifica.

Na área de peças para a o mercado de reposição, a Librelato registrou 40% de aumento nas vendas em 2018. Para este ano, a empresa quer elevar o número de pontos de venda de autosserviço, que inaugurou no segundo semestre do ano passado e que funciona como no conceito de lojas de departamento. “Estamos hoje com cinco lojas instaladas neste modelo e devemos atingir as 20 unidades no Brasil este ano.”

NA ONDA DAS STARTUPS

Motivada pelo mercado, a empresa vem investindo cerca de 3% de sua receita líquida em pesquisa e desenvolvimento, índice que investiu inclusive nos anos de crise. “É muito importante estar atualizado em termos de tecnologia e mesmo de maquinário, o que nos garantiu um aumento expressivo de produtividade nos últimos anos. Hoje conseguimos produzir em duas fábricas o que já produzimos em cinco”, comenta Sprícigo.

Para ajudar com a demanda por novos projetos e tecnologias de materiais e aplicação, a Librelato vem apostando em novos tipos de parceria, como startups e projetos junto a universidades. “Vemos os startups como grandes laboratórios que aceleram o ritmo de desenvolvimento e testes; ao mesmo tempo, nos fazem pensar fora do ambiente de negócio a que estamos acostumados”, comenta.

Para fomentar o avanço nesta área, a empresa faz parte de um grupo de empresas de diversos setores que negocia junto ao estado de Santa Catarina a instalação de um polo de inovação em Criciúma.

Librelato fábrica Içara SC

Fábrica da Librelato em Içara (SC) em fase atual de ampliação de área construída

09 de maio de 2019

Publicação: Automotivebusiness

Vendas da Volkswagen para PcD crescem 60%

Montadora também ampliou em 12% as entregas para taxistas no 1º quadrimestre

REDAÇÃO AB

Neste primeiro quadrimestre a Volkswagen ampliou suas vendas para Pessoas com Deficiência (PcD) em 60%, negociando 2,6 mil veículos para esse público no período. A montadora também anotou crescimento importante de 12% nas entregas para taxistas, com 3,8 mil carros.

O carro mais vendido da VW na modalidade PcD foi o Polo, assim como o Virtus liderou a preferência entre os clientes taxistas. A Volkswagen atribui o crescimento nas vendas a portadores de necessidades especiais e motoristas profissionais ao aumento da oferta de versões automáticas.

A montadora criou também o Programa Mobilidade Volkswagen para agilizar o processo de vendas para PcD, que garante isenções de impostos (IPI, ICMS, IPVA e IOF) e também um desconto especial, de acordo com o perfil do cliente.

A montadora criou também o Programa Mobilidade Volkswagen para agilizar o processo de vendas para PcD, que garante isenções de impostos (IPI, ICMS, IPVA e IOF) e também um desconto especial, de acordo com o perfil do cliente.

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