13 de Maio de 2019 (12:58)

Publicação: Agência IN - Tempo Real

EMPRESAS: Toyota e Panasonic e anunciam joint venture

SÃO PAULO, 13 de maio de 2019 - A Toyota Motor Corporation e a Panasonic Corporation finalizaram os contratos que visam a criação de uma nova joint venture no setor de desenvolvimento urbano. As empresas pretendem fundir as iniciativas de serviços de mobilidade promovidas pela Toyota e as iniciativas de "atualizações de estilo de vida" lideradas pela Panasonic por meio do estabelecimento da joint venture, trazendo mais valor à cidade.

A Toyota e a Panasonic estão comprometidas em melhorar a vida das pessoas enquanto buscam crescimento e avanços no setor de desenvolvimento urbano. Uma mudança rápida é esperada nesse negócio devido à implantação acelerada da Internet das Coisas em eletrodomésticos e equipamentos, bem como na evolução da mobilidade, como CASE (Conectado, Autônomo, Compartilhado e Elétrico) e MaaS (Mobilidade como um Serviço), um novo conceito de prestação de serviços, conectando carros, transporte público e outros meios de transporte por meio de TI.

No mercado de habitações, onde é esperado um aumento na concorrência, as duas empresas reforçarão suas práticas por meio da integração de seus respectivos negócios de habitação.

"No futuro, além do hardware, a prestação de serviços melhorados, apoiados pela tecnologia, assumirá um papel mais importante no desenvolvimento urbano, agregando valor aos clientes e à comunidade local. A Toyota lidera o campo da mobilidade e a Panasonic há muito tempo atende às necessidades de estilo de vida das pessoas. Vamos unir nossos pontos fortes e melhorar a vida das pessoas. Com essa colaboração, a Panasonic continuará se desafiando para manter os avanços nos negócios de desenvolvimento urbano, entregando o estilo de vida ideal a cada cliente', declarou Kazuhiro Tsuga, presidente da Panasonic.

"De agora em diante, as informações estarão conectadas a todos os itens e serviços que auxiliam a vida cotidiana das pessoas graças ao desenvolvimento do CASE - em outras palavras, trabalhar a partir do conceito de "cidades conectadas" será importante. Para entender isso, acredito que é fundamental termos um espírito de cooperação com amigos e aliados, ao mesmo tempo em que compartilhamos nossas metas sobre que tipo de futuro queremos criar. Quero assumir o desafio de oferecer um novo tipo de estilo de vida, baseado no espírito de sempre querer ser melhor, trazendo os pontos fortes da Toyota, com seus veículos e negócios conectados, e da Panasonic, com eletrodomésticos, baterias e Internet das Coisas, e de aumentar nossa competitividade, com o negócio de habitaçã o tendo as duas empresas como núcleo", afirmou Akio Toyoda, presidente da Toyota.

A Panasonic, juntamente com várias empresas, tem liderado o desenvolvimento de cidades inteligentes sustentáveis como modelos avançados de desenvolvimento urbano, chamando atenção no Japão e em outros países como exemplos inovadores de sucesso. Enquanto isso, a Toyota vem construindo uma plataforma de serviços de mobilidade e aprimorando a criação de "carros conectados", para oferecer uma sociedade de mobilidade irrestrita, segura e confortável para todos, e promover várias iniciativas de big data para beneficiar os clientes e a sociedade.

Além disso, a Toyota também tem colaborado com várias empresas para criar serviços de mobilidade. Com a joint venture, ambas as empresas estão comprometidas em contribuir para o desenvolvimento de cidades mais atraentes, fazendo uso do conhecimento e da tecnologia digital da Panasonic, relacionados à vida das pessoas e à expertise da Toyota em mobilidade.

13 de Maio de 2019 (12:31)

Publicação: Agência IN - Caderno Setorial

VEÍCULOS: Recursos para financiamento de veículos somam R$ 34 bi

SAO PAULO, 13 de maio de 2019 - O total de recursos liberados para o financiamento de veículos no Brasil registrou aumento significativo no primeiro trimestre de 2019. Em comparação com o mesmo período do ano passado, houve um crescimento de 18,6%, somando R$ 34 bilhões, ante aos R$ 28 bilhões acumulados em 2018. No caso das operações realizadas na modalidade de crédito CDC, que representam a grande maioria das vendas, o crescimento foi de 19% no acumulado do ano, enquanto empréstimos realizados por leasing tiveram um pequeno recuo de 3,9%, totalizado R$ 443 milhões.

Conforme a preferência nacional, o financiamento segue como a principal modalidade de compra procurada pelos consumidores, representando 55% do total de vendas de veículos e comerciais leves no trimestre. No caso dos comerciais, que englobam caminhões e ônibus, o Finame se destaca e representa pouco mais da metade de todos os negócios realizados, totalizando 51%. Já as vendas de motocicletas, em sua maioria, prosseguem com o financiamento em alta, representando 40% dos negócios dos três primeiros meses de 2019.

'Desde 2016, estamos mantendo um saldo cada vez mais positivo com crescimento contínuo do setor. Este cenário reforça nossa confiança no crescimento econômico e no desenvolvimento social do país, que, aos poucos, vem se recuperando', afirma Luiz Montenegro, presidente da ANEF (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras).

Com o crescimento contínuo da procura por crédito para a aquisição de automóveis, o saldo das carteiras também continua registrando crescimento. O total neste primeiro trimestre foi de R$ 211 bilhões, que representa um aumento de 20% em comparação com 2018, que encerrou o período com saldo de R$ 176 bilhões. Em doze meses, a alavancada foi de 19,8%. Já as operações de CDC também tiveram um crescimento de 20%, totalizando R$ 208 bilhões, e um aumento de 20,3% nos últimos doze meses.

As taxas praticadas pelos bancos ligados às montadoras continuam mais atraentes para o consumidor na comparação com as praticadas pelo mercado em geral. Em março, as entidades associadas à ANEF cobraram juros de 17,2% ao ano e 1,33% ao mês.

13 de Maio de 2019

Publicação: Estadão Economia e Negócios

Presidente da Caoa condiciona novos investimentos no País à aprovação da reforma

O presidente da Caoa Chery, Carlos Alberto de Oliveira Andrade, reafirmou nesta segunda-feira, 13, o desejo da empresa em adquirir a fábrica da Ford no ABC Paulista, mas condicionou o aumento de investimentos do grupo no País à aprovação da reforma da Previdência. Após reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes, o empresário disse não esperar nenhum tipo de ajuda ou incentivo do governo federal e garantiu que a Caoa não fechará sua fábrica em Anápolis, Goiás, apesar do provável aumento de impostos pelo governo estadual.

"Continuamos negociando a compra da fábrica da Ford em São Paulo. Existe grande possibilidade disso isso acontecer e a Ford voltar a funcionar absorvendo todos os funcionários que lá estão. Mas isso depende da negociação com os sócios chineses, com o sindicato dos trabalhadores e com os fornecedores da fábrica", disse Andrade. "Só queremos que o governo resolva a Previdência e a crise fiscal para voltarmos a investir", completou.

Perguntado pelos jornalistas sobre o possível aumento do ICMS em Goiás devido à crise financeira do Estado, Andrade considerou que o governador, Ronaldo Caiado, precisa mesmo tomar todas as medidas necessárias para equalizar as finanças estaduais.

"Não consideramos deixar Goiás. A fábrica em Anápolis é sólida e tem um investimento monstruoso. O governador Caiado é um homem íntegro e com certeza encontraremos uma solução", respondeu o empresário, lembrando que a Caoa Chery há pouco começou a fabricar dois novos modelos de veículos na planta goiana.

O presidente da montadora ratificou as intenções do grupo em continuar expandindo os investimentos no Brasil e disse não estar preocupado com a intenção do governo federal em reduzir desonerações e benefícios tributários para a indústria. "O empresário que estiver pensando que vai receber ajuda do governo está perdendo tempo. Nunca recebemos benefícios do BNDES e de nenhum governo. O nosso investimento continuará crescendo independentemente do governo", concluiu.

Originalmente, a visita do empresário ao ministro Guedes seria feita com a presença do governador de São Paulo, João Doria, e o secretário de Fazenda do Estado, o ex-ministro Henrique Meirelles. Mas Doria está em um compromisso nesta segunda-feira em Nova York, nos Estados Unidos.

13 de Maio de 2019

Publicação: Estadão Economia e Negócios

Vendas do setor automotivo chinês caem pelo 10º mês seguido em abril

As vendas do setor automotivo da China sofreram um tombo de 14,6% em abril ante igual mês do ano passado, para 1,98 milhão de unidades, registrando queda pelo décimo mês consecutivo, segundo dados publicados hoje pela associação chinesa de montadoras.

Apenas as vendas de carros caíram 17,7% na mesma comparação de abril, enquanto as de veículos comerciais ficaram estáveis. Fonte: Dow Jones Newswires.

12 de Maio de 2019 (22:00)

Publicação: Zero Hora - Economia

RS tem maior venda de carros zero-quilômetro em quatro anos

De janeiro a abril, alta nos emplacamentos foi de 2,3%, mas ainda não recupera níveis pré-crise

As vendas de carros percorrem trajeto de retomada gradual no Rio Grande do Sul após engatarem marcha a ré durante a crise econômica. De janeiro a abril deste ano, 44,1 mil automóveis de passeio e comerciais leves zero-quilômetro foram emplacados no Estado, avanço de 2,3% em relação a igual período de 2018. Os dados integram pesquisa do Sincodiv-RS, que representa as concessionárias e as distribuidoras.

Segundo o levantamento, o número de veículos negociados é o maior para o primeiro quadrimestre desde 2015, quando o mercado gaúcho havia registrado vendas de 51,9 mil unidades. Apesar do crescimento, o setor ainda não recuperou totalmente as perdas causadas pela crise. Entre janeiro e abril de 2014, último ano antes da recessão, 69,5 mil automóveis haviam sido negociados no Estado, volume 36,5% superior ao de 2019.

Vice-presidente do Sincodiv-RS, Tarso Zanatta afirma que a alta nos últimos quatro meses foi influenciada, em grande parte, pelas vendas diretas de fabricantes para clientes como locadoras de carros. O desempenho positivo de segmentos da agropecuária, acrescenta Zanatta, também beneficiou os negócios, especialmente no interior do Estado.

— Não foram só os negócios para locadoras que tiveram impacto no resultado. A safra de verão respingou de maneira positiva nas vendas de veículos, inclusive de automóveis. A geração de riquezas no Interior é bastante focada na área agrícola e repercute em toda a população — analisa.

Depois de pesquisar ofertas de diferentes marcas, Lena Lúcia Matos da Silva, 52 anos, fechou acordo para comprar em abril um Chevrolet Prisma, modelo 2019, em uma concessionária de Canoas, na Região Metropolitana. É o primeiro automóvel que a professora aposentada adquire desde que deixou Manaus, há seis anos, para viver perto dos cinco filhos em Porto Alegre.

— Consegui um bom desconto após fazer uma pesquisa de mercado. Isso pesou na minha decisão, além do fato de que desejava ter o carro que comprei — destaca a professora aposentada.

Na comparação com o desempenho nacional, o Rio Grande do Sul ficou para trás. Entre janeiro e abril, a alta nas vendas de automóveis de passeio e comerciais leves no país chegou a 8,7%. No período, o Brasil teve 801,3 mil novas unidades emplacadas, aponta a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

— O Estado passa por crise fiscal, que dificulta crescimento mais expressivo das vendas em relação a outras regiões do país. Além disso, a tributação mais alta de produtos como gasolina também se reflete na ponta para o consumidor — observa Zanatta.

Na avaliação de analistas e empresários, o mercado automotivo tende a seguir no azul em 2019. Gerente de desenvolvimento de negócios da consultoria Jato Dynamics, Milad Kalume Neto projeta crescimento médio acima de 10% nas vendas nacionais de automóveis de passeio e comerciais leves no acumulado do ano.

— Sem dúvidas, o mercado vem mostrando maior força de reação — define Kalume Neto.

O pesquisador Antônio Jorge Martins, que coordena cursos na área automotiva da Fundação Getulio Vargas (FGV), frisa que o potencial de crescimento do setor está relacionado, em parte, à demanda reprimida pela crise econômica. Para o especialista, a tendência é de que as montadoras apostem, cada vez mais, no avanço de recursos tecnológicos para atrair clientes.

— O carro passará a ser um celular sobre rodas — sentencia.

A pesquisa do Sincodiv-RS também contempla categorias como caminhões, ônibus e motos. Na soma de todos os grupos, o Rio Grande do Sul emplacou 60,8 mil veículos entre janeiro e abril. O resultado equivale a avanço de 5,6% frente a igual período do ano passado. No Brasil, a alta geral foi mais robusta, de 12,2%.

Com crise argentina, produção não cresce

Enquanto as vendas de automóveis de passeio e comerciais leves cresceram no mercado interno, a atividade nas montadoras ficou relativamente estável nos primeiros quatro meses do ano. Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), 922,3 mil unidades foram produzidas entre janeiro e abril no país, número 0,01% superior ao verificado em igual período de 2018. A entidade não divulga os dados com recorte estadual.

Para analistas, a produção estagnada deve-se, em parte, ao revés no mercado internacional. No primeiro quadrimestre, as exportações de automóveis de passageiros despencaram 40%, para US$ 1,2 bilhão, conforme o Ministério da Economia. No Rio Grande do Sul, a redução em termos percentuais foi maior, de 47,4%, para US$ 132 milhões, segundo dados preliminares da pasta.

O tombo está relacionado à crise econômica que atormenta a Argentina, principal destino dos carros enviados pelo Brasil ao Exterior. De janeiro a abril, as exportações de automóveis ao país comandado pelo presidente Mauricio Macri caíram 54%, para US$ 748 milhões.

— O mercado interno brasileiro está mais aquecido. Caso não fosse afetada pela queda nas exportações, a produção cresceria mais. O Brasil já vendeu bem mais para o Exterior. Não é fácil exportar — comenta o pesquisador Antônio Jorge Martins, que coordena cursos na área automotiva da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Gerente de desenvolvimento de negócios da consultoria Jato Dynamics, Milad Kalume Neto classifica como “gravíssimos" os impactos da crise na Argentina. Para o especialista, o governo federal deve trabalhar em busca de novos acordos comerciais para que a indústria consiga driblar percalços.

— O setor está buscando novos mercados na América do Sul, como Peru e Uruguai. Mas falta ao país o amadurecimento de novos acordos bilaterais — argumenta Kalume Neto.

10 de Maio de 2019 (14:53)

Publicação: Agência IN - Caderno Setorial

IND AUTOMOTIVA: Groupe PSA produzirá furgões em Gliwice

SÃO PAULO, 10 de maio de 2019 - 'Esta é uma boa notícia para a fábrica de Gliwice e demonstra que nosso programa 'Fábrica Excelente' está sendo implementado em toda a Europa com sinergias e eficiência. O desempenho industrial será uma alavanca essencial ao serviço de nossas ambições no mercado dos veículos utilitários e nos permitirá garantir aos nossos clientes a melhor oferta do segmento para todas as nossas marcas, ' acrescentou Yann Vincent, Vice-Presidente Executivo de Indústria e Logística do Groupe PSA.

'Acolher a produção de furgões de grande porte é uma etapa essencial para o futuro da fábrica de Gliwice e um desafio importante para alcançar os melhores níveis de eficiência e de qualidade para satisfazer os clientes empresariais. Vamos demonstrar nos próximos anos nossa capacidade de adaptar nossos processos à produção desse tipo de veículo e estaremos à altura da confiança que nos foi depositada', disse Andrzej Korpak, Diretor da fábrica do Groupe PSA de Gliwice.

O Groupe PSA, líder europeu no segmento de VULs, pretende reforçar ainda mais sua participação neste mercado e acelerar seu desenvolvimento em outras regiões.

A fábrica de SevelSud (joint-venture FCA/PSA em Val di Sangro, Itália) excedeu sua capacidade de produção nos últimos três anos com a produção dos furgões grandes Peugeot Boxer, Citroën Jumper e Fiat Ducato.

A convergência das marcas Opel/Vauxhall na plataforma dedicada aos furgões de grande porte requer capacidade de produção adicional. O Groupe PSA decidiu ampliar sua presença em Gliwice, na Polônia, para explorar seu know-how e sua competitividade. A fábrica será transformada para acolher os veículos utilitários e adaptada à plataforma dedicada aos furgões de grande porte. Esse investimento visa aumentar a capacidade de produção da fábrica para 100 mil furgões por ano. Com o aumento da capacidade de produção no segmento dos furgões de grande porte das marcas Peugeot, Citroën, Opel e Vauxhall, o Grupo poderá atender melhor seus clientes até o final de 2021 e garantirá uma visibilidade industrial de mais de dez anos na fábrica de Gliwice.

13 de maio de 2019

Publicação: Automotivebusiness

Magneti Marelli e Calsonic Kansei viram apenas Marelli

Decisão se deu pelo maior peso da marca italiana para os consumidores de todo o mundo

REDAÇÃO AB

Passa a se chamar simplesmente Marelli a empresa resultante da aquisição da fabricante de autopeças Magneti Marelli pela japonesa Calsonic Kansei, outra gigante no fornecimento de componentes do setor automotivo.

A decisão de utilizar um único nome foi comunicada sete meses após a conclusão da venda da Magneti Marelli à sistemista japonesa pela FCA Fiat Chrysler por US$ 7,1 bilhões.

“Optamos por Marelli depois de muita análise. Embora a Calsonic Kansei tenha uma forte presença na Ásia e no Japão, quando analisamos o valor total da marca e o reconhecimento dos clientes em todo o mundo, percebemos que a marca Magneti Marelli era a mais difundida”, afirma o CEO da Marelli, Beda Bolzenius.

A empresa unificada tem 170 instalações e centros de P&D na Europa, América do Norte, América do Sul e Ásia-Pacífico. Emprega 62 mil funcionários. “Nosso objetivo é aproveitar a herança excepcionalmente forte pela qual cada empresa se tornou conhecida para criar um fornecedor automotivo líder mundial”, garante o CEO da companhia. O comunicado da Marelli informa também que a transição para a nova marca e seu logotipo levarão algum tempo ainda.

10 de maio de 2019

Publicação: Automotivebusiness

VW tem mais de 10 mil interessados em seu primeiro carro elétrico

Modelo ID.3 começa a ser produzido em série no fim deste ano e chega ao mercado europeu em 2020

REDAÇÃO AB

Após revelar o nome de seu primeiro carro elétrico, a VW registrou o cadastro de mais de 10 mil pessoas interessadas em comprar o modelo nas primeiras 24 horas da fase de pré-venda, para a qual o interessado deve realizar um depósito de € 1 mil para confirmar a reserva. O ID.3 será o primeiro da família de elétricos ID a ser vendido. Baseado na plataforma exclusiva para elétricos MEB, o modelo começa a ser produzido em série no fim deste ano no complexo industrial de Zwickau, na Alemanha, com início das entregas em 2020.

Segundo a Volkswagen, uma edição especial de lançamento identificada como ID.3 1ST será limitada a 30 mil unidades. Seu volume de reserva está acima das expectativas da empresa. A versão da edição especial tem autonomia para 420 quilômetros. Ela será oferecida por um valor abaixo de € 40 mil, embora o preço base do modelo para o mercado, segundo a VW, ficará abaixo dos € 30 mil para a versão menor. Os preços citados pela empresa ainda não consideram os subsídios governamentais para carros elétricos onde eles se aplicam.

Para os que já reservaram a compra do ID.3, a VW está oferecendo a possibilidade de utilizar energia elétrica sem custo no primeiro ano de uso do veículo para o limite de até 2.000 kWh em todos os pontos públicos de recarga conectados ao aplicativo da Volkswagen WeCharge, além da rede de carregamento rápido pan-europeu Ionity. A VW é uma das participantes dessa rede, que oferece energia limpa onde isso é tecnicamente viável.

O ID.3 é o primeiro de uma série de veículos da família de elétricos da Volkswagen e deve ser seguido por outros lançamentos da família ID. Conceitos como o ID.Crozz (SUV mostrado no Salão de Xangai/China), ID.Vizzion ou ID.Roomzz dão a ideia do que está por vir. Em sua ofensiva elétrica, a VW quer se tornar a maior fabricante e vendedora de veículos elétricos do mundo até 2025, planejando um portfólio com mais de 20 modelos totalmente elétricos e mais de 1 milhão de carros conectados por ano e com emissão zero.

A TODA CARGA

VW Zwickau

Área da fábrica de Zwickau para verificação da qualidade do novo ID.3. A partir da esquerda: Herbert Diess (CEO), Heiko Rösch, responsável pela construção de carrocerias, e Reinhard de Vries, diretor geral de tecnologia e logística da VW Saxônia.

A planta de Zwickau situada no leste alemão é uma das 16 do Grupo VW que vão produzir veículos elétricos no futuro. A unidade está passando por uma grande transformação para a produção da família de veículos elétricos da marca. Segundo a empresa, as mudanças estão acontecendo dentro do prazo na unidade que já produziu mais de 200 unidades do ID.3 em sua fase atual de pré-série.

“É firme a minha convicção de que a Alemanha como um polo global automotivo também deve liderar o caminho quando se trata de mobilidade elétrica. É por isso que estamos deliberadamente convertendo a fábrica de Zwickau no maior e mais eficiente site de carros elétricos da Europa. É impressionante ver os esforços que a equipe está fazendo para ajudar a alcançar essa transformação. Zwickau pode se tornar um modelo de transformação em nossa indústria”, aponta o CEO do Grupo Volkswagen, Herbert Diess.

10 de maio de 2019

Publicação: Automotivebusiness

PSA vai produzir furgões grandes também na Polônia

Grupo francês utilizará planta da Opel de Gliwice porque a fábrica italiana SevelSud excedeu seu limite

REDAÇÃO AB

A PSA vai produzir furgões grandes na Polônia. A empresa utilizará a fábrica de automóveis da Opel em Gliwice, que passará por adequações durante dois anos para montar até 100 mil furgões por ano. O motivo foi a necessidade da PSA de expandir sua capacidade produtiva de utilitários.

A decisão foi tomada porque a planta italiana SevelSud (joint-venture entre FCA e PSA em Val di Sangro) excedeu nos últimos três anos sua capacidade anual de 300 mil furgões Peugeot Boxer, Citroën Jumper e Fiat Ducato.

“Acolher a produção de furgões de grande porte é uma etapa essencial para o futuro da fábrica de Gliwice. Vamos adaptar nossos processos à montagem desse tipo de veículo”, afirma o diretor da fábrica polonesa, Andrzej Korpak.

10 de maio de 2019

Publicação: Automotivebusiness

Bosch vai neutralizar suas emissões de CO2 até 2020

Com a compra de energia limpa, objetivo é compensar todo o gás de efeito estufa emitido em 400 endereços no mundo

REDAÇÃO AB

No mesmo dia em que divulgou os resultados financeiros de 2018 com faturamento global recorde, a Bosch anunciou que vai neutralizar todas as suas emissões de CO2 até 2020. O objetivo é chegar ao fim do ano que vem com a compensação total do gás de efeito estufa emitido em todos os 400 endereços do grupo alemão no mundo, incluindo unidades de engenharia, manufatura e administração.

“Nós vemos a ação climática como nossa responsabilidade e acreditamos que este é o momento certo de agir. Não estamos começando do zero. Temos excedido nossas metas para a redução relativa das emissões de carbono. Agora chegou no momento de estabelecer metas absolutas. Que comece a contagem final”, afirmou Volkmar Denner, presidente mundial do Grupo Bosch.

A Bosch informa que já reduziu as emissões de carbono de suas operações globais em quase 35% desde 2007, mas ainda emite cerca de 3,3 milhões de toneladas de gás de efeito estufa por ano. Se atingir a meta autoimposta, será a primeira empresa industrial a zerar todas as emissões líquidas de CO2. Para isso, a estratégia do grupo é comprar e utilizar mais eletricidade de fontes limpas e renováveis, neutras em carbono, como hidrelétrica, eólica e solar. Até 2030, a Bosch vai direcionar cerca de € 1 bilhão para aumentar gradualmente a quantidade de energia renovável que gera e compra, além de investir € 1 bilhão em processos e maquinário para aumentar a eficiência energética de suas plantas. Ou seja, a neutralidade em carbono deverá custar cerca de € 2 bilhões nos próximos 10 anos.

Empresas industriais globais como a Bosch podem contribuir de forma significativa para a redução do aquecimento terrestre, tendo em vista que a manufatura é responsável por cerca de 32% das emissões globais de dióxido de carbono, segundo dados da Agência Internacional de Energia. O setor industrial, portanto, tem alto potencial para ajudar países a atingir as metas do acordo climático de Paris ratificado em 2015, para manutenção do aquecimento global abaixo de dois graus Celsius acima dos níveis pré-industriais. “Todos devem contribuir para a ação climática”, afirma Denner.

10 de maio de 2019

Publicação: Automotivebusiness

Meritor compra AxleTech por US$ 175 milhões

Empresa também é do ramo de componentes de drivetrain, como suspensões, eixos e soluções de frenagem

REDAÇÃO AB

A Meritor assinou um acordo no valor de US$ 175 milhões para a compra da AxleTech, empresa sediada no Michigan (EUA) e fabricante de sistemas e componentes de drivetrain, como suspensões, eixos e soluções de frenagem, entre outros. Em nota, a Meritor informa que o negócio deverá complementar seu portfólio nos segmentos fora de estrada, defesa, veículos especiais e também no mercado de reposição.

Em comunicado, a empresa informa que o valor da transação poderá ser ajustado por mudanças no capital de giro e mediante a aprovações regulatórias e que pretende financiar a transação com uma combinação de dinheiro em caixa e dívida. Após a conclusão, a AxleTech vai operar dentro do segmento de aftermarket, industrial e de trailer da Meritor. A expectativa é de que o negócio seja concluído até o fim do ano.

Sediada em Troy (Michigan-EUA), a AxleTech gerou US$ 248 milhões em receita no ano passado. Sua compra pela Meritor faz parte do plano estratégico da companhia em vigor até 2022, denominado M2022, que visa o aceleramento das vendas e o crescimento global. Com o negócio, a Meritor planeja realizar uma redução de custo de US$ 15 milhões por ano em sinergias até o fim do plano estratégico. Entre as ações, estão o aumento de eficiências operacionais, além dos ganhos de produtividade.

“Nossos portfólios de produtos são altamente complementares e compartilhamos um compromisso com nossos clientes e pessoas. A adição da AxleTech é uma oportunidade atraente de geração de valor para ampliar nossa posição em mercados complementares e avançar nossa estratégia M2022. Estamos ansiosos para aproveitar todos os benefícios da transação, atuando como um fornecedor de primeira linha para nossos clientes globais e aumentando o valor para os acionistas”, comenta o CEO e presidente da Meritor, Jay Craig.

“Hoje é um capítulo importante para a AxleTech e reflete os esforços coletivos de toda a nossa equipe. Acreditamos que o profundo conhecimento da Meritor sobre os negócios e a capacidade de ser o melhor da categoria são um encaixe natural para apoiar a próxima fase de crescimento da AxleTech”, complementa o CEO da AxleTech, Bill Gryzenia.

10 de maio de 2019

Publicação: Automotivebusiness

Tiggo 5x foi o Caoa Chery mais vendido pelo 2º mês seguido

Modelo vem ajudando a marca a ampliar sua participação de mercado

REDAÇÃO AB

O Tiggo 5x foi o modelo mais vendido da Caoa Chery pelo segundo mês seguido. Foram 539 unidades emplacadas em abril, respondendo por 37% dos licenciamentos da marca no período. O segundo foi o Tiggo 2, com 493 unidades. No acumulado do ano as vendas totais da Caoa Chery somaram 5,2 mil veículos e sua participação no mercado de automóveis alcançou 0,75%.

O Tiggo 5x tem preço inicial de R$ 86.990, que inclui transmissão automática de seis marchas e motor flex 1.5 turbo de 150 cavalos. Foi o segundo de três SUVs lançados pela montadora em apenas um ano. Começou com o Tiggo 2 em abril do ano passado. Em dezembro foi a vez do 5x e em fevereiro de 2019, do Tiggo 7, este com sete lugares e preço inicial de R$ 106.990.

“O mercado de SUVs é estratégico no cenário nacional. Por isso, entramos nesse segmento de forma agressiva com três produtos bastante competitivos”, afirma o CEO da Caoa Chery, Márcio Alfonso.

Vale lembrar que entre o Tiggo 2 e o Tiggo 5x a empresa passou a produzir no Brasil também o sedã Arrizo 5. Assim, a marca tem hoje cinco modelos à venda no País, os três SUVs, o sedã e o hatch QQ.

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