Conjuntura do Agronegócio

1. Acordo começa com polêmica sobre poder da UE de barrar itens agrícolas

A margem para a União Europeia (UE) barrar importações agrícolas procedentes do Mercosul, pelo acordo de livre-comércio anunciado na sexta-feira, já causa divergências de interpretação. Ilustra a dificuldade que os dois blocos terão na redação jurídica final do tratado, ao longo dos próximos meses, e na ratificação mais tarde pelos parlamentos.

Uma divergência é sobre o alcance do “princípio de precaução”, um instrumento que o Brasil recusou durante anos nas negociações, mas teve que ceder na reta final quando Bruxelas fixou como condição para ter o acordo. A UE advertiu que, sem princípio de precaução tampouco haveria cláusula autorizando o drawback, regime especial aduaneiro que garante desoneração na importação ou aquisição interna de insumos utilizados na fabricação de bens voltados para a exportação e que é essencial para o Brasil.

“O princípio de precaução está consignado no texto, preto no branco”, comemorou o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, ao anunciar o acordo à margem do G-20 em Osaka, Japão, diante de um Jair Bolsonaro que parecia visivelmente desconfortável sobre o que lhe era traduzido por seu intérprete.

Documento publicado pela UE sobre o acordo, em seu site, “reafirma o princípio de precaução e o direito dos dois lados de adotar medidas para proteger a saúde humana, animal e de plantas, incluindo em situações onde informação científica não é conclusiva”.

Já a interpretação do Brasil é de que o princípio de precaução negociado se refere apenas a meio ambiente e segurança no trabalho. “O princípio de precaução está incluído no capítulo de desenvolvimento sustentável e não nos capítulos de barreiras técnicas ao comércio (TBT) e medidas sanitárias e fitossanitárias (SPS)”, afirma o secretário de Negociações Bilaterais e Regionais nas Américas, embaixador Pedro Miguel Costa e Silva. “Foi tudo negociado para blindar o Brasil contra um uso inadequado desse instrumento.”

O lado brasileiro estima que, com a linguagem adotada no texto, inverteu o ônus da prova para o lado europeu demonstrar que precisa daquela medida provisória barrando importações agrícolas.

A Europa já adota medidas de precaução sem a devida base científica para proteger seu mercado — com ou sem acordo comercial. Mas para o especialista Pedro de Camargo Neto “faltou precaução [do Brasil] para uma questão que sempre foi de princípio para a agricultura brasileira”.

A outra grande divergência logo após o anúncio do acordo é sobre uma cláusula de salvaguarda adicional para barrar produtos agrícolas. “É a primeira vez que se aplica isso num acordo comercial”, disse o presidente francês Emmanuel Macron, chamando para si a vitória. “Em caso de desestabilização de um setor [pelo surto de importação], a UE pode deflagrar o mecanismo para suspender a abertura comercial. É importante para pilotar a aplicação real do acordo.”

Para o Brasil, porém, essa cláusula caiu durante a barganha, e não entrou no acordo. O que tem é a mesma salvaguarda que está sendo negociada em outros acordos comerciais. “É uma salvaguarda geral, pela qual se suspende a preferência dada pelo acordo se houver um surto de importação, mas não tem salvaguarda adicional para produtos agrícolas”, diz um importante negociador brasileiro.

As autoridades europeias festejaram também a inclusão no acordo do respeito explícito do Acordo de Paris de combate a mudanças climáticas. Para Macron, isso ocorre “pela primeira vez num acordo comercial. A verdadeira mudança na reta final foi que o Brasil se engajava no Acordo de Paris e na luta pela biodiversidade.”

Para Juncker, as bases do acordo amarram o Brasil com o compromisso de efetiva implementação do Acordo de Paris e parar o desmatamento da Amazônia.

“Política comercial se tornou um instrumento para política climática”, martelou Juncker, enquanto suas palavras eram traduzidas para Bolsonaro, posicionado próximo da chanceler alemã Angela Merkel e Macron, que apontaram antes do acordo perigos à política ambiental no Brasil.

Já negociadores do Mercosul consideram que o Brasil não cedeu em nada, porque não era necessário. O país assinou o Acordo de Paris e sabe que tem de cumpri-lo, apesar da retórica inicial do presidente, já superada por ele mesmo.

A UE lembra que o compromisso do Brasil pelo Acordo de Paris inclui reduzir até 2025 suas emissões líquidas de gás de efeito estufa em 37% comparado aos níveis de 2005, e ações para pôr fim ao desmatamento ilegal. Para alguns negociadores, o Brasil cumprirá as metas facilmente. A UE por sua vez deve reduzir suas emissões domésticas em pelo menos 40% até 2030.

Macron faz barulho para agradar seu eleitorado rural e não admitir que saiu de mãos vazias, avaliam observadores. A poderosa central agrícola europeia Copa Cogeca tem a mesma suspeita. “Bolsonaro pode louvar o trabalho de seu time negociador”, disse Pekka Penonsen, secretário-geral da entidade, ao reclamar de concessões europeias para o Mercosul.

Mas os europeus concordam sobre os ganhos na proteção de suas indicações geográficas. “É o acordo que reconhece nossas indicações geográficas como nenhum outro fez antes”, segundo Macron. Para Copa Cogeca, o sistema europeu de indicações geográficas foi reconhecido com sucesso, e o acesso a alguns produtos processados obtido. Mas se queixa que a Comissão Europeia fez concessões demais em setores sensíveis como carne bovina, açúcar, etanol, arroz e suco de laranja.

A França já anunciou que vai fazer uma “avaliação independente” do acordo com o Mercosul, sobretudo em áreas de meioambiente e biodiversidade. A Coga Cogeca promete muita mobilização nos próximos meses para o que chama de mitigar os impactos negativos do acordo com o Mercosul.

Como o acordo tem um capítulo político, terá de ser submetido aos parlamentos nacionais, e, no caso da Bélgica, aos parlamentos regionais também. Esses parlamentos regionais belgas provocaram uma profunda crise política ao se recusarem dar ao governo federal plenos poderes para assinar em nome da Bélgica o acordo UE-Canadá. Julgavam que não havia garantia suficiente de proteção de normas europeias sanitárias, fitossanitárias, sociais e ambientais, além de uma cláusula de proteção de investimentos contestada. O governo belga teve que recorrer à Corte de Justiça da União Europeia para poder assinar o acordo.

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Fonte: Valor Econômico

2. PIB paulista avançou 0,9% de março a abril, calcula Fundação Seade

O Produto Interno Bruto (PIB) do Estado de São Paulo, calculado pela Fundação Seade, avançou 0,9% entre março e abril de 2019, na comparação livre dos efeitos sazonais, reflexo dos desempenhos na indústria (1,9%), nos serviços (0,5%) e na agropecuária (-0,9%).

No acumulado em 12 meses, o PIB paulista aumentou 0,8%, com crescimento nos serviços (1,8%) e variações negativas da agropecuária (-2,6%) e indústria (-1,2%).

Na comparação com igual mês do ano anterior, a atividade econômica paulista cresceu 0,7%.

Calculado com base na média móvel dos últimos três meses finalizados em abril de 2019, PIB se expandiu em 0,2%.

A inclusão dos dados de abril nos modelos de projeção do PIB produziu impactos importantes no que concerne às estimativas de crescimento da economia paulista para 2019, diz a fundação. Em relação às projeções anteriores, foram registradas elevações na mínima (de 0,3% para 0,8%), na média (de 0,7% para 1,0%) e na máxima (de 1,1% para 1,3%).

Para a economia brasileira como um todo, a expectativa mínima da Fundação Seade é de um encolhimento de 0,2% em 2019, a média é de um crescimento de 0,1% e a máxima, de uma expansão de 0,4%.

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Fonte: Valor Econômico

3. Mercosul assumiu compromissos contra desmatamento, diz a UE

O acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul amarra os países com o compromisso de efetiva implementação do Acordo de Paris contra mudanças climáticas e de parar o desmatamento da Amazônia, afirmou hoje o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker.

Juncker falou de momento histórico, ao anunciar em Osaka o acordo de livre comércio entre a UE e o Mercosul, no sábado, pouco depois do meio-dia (hora local), ladeado pelos presidentes e chefes de governo do Brasil e da Argentina, como também da Alemanha, França, Itália, Reino Unido, Espanha e da Holanda, que participam do G20.

“Política comercial se tornou um instrumento para política climática”, martelou Juncker, enquanto suas palavras eram traduzidas para Bolsonaro, posicionado próximo da chanceler alemã, Angela Merkel, e do presidente francês, Emmanuel Macron, que apontaram antes do acordo perigos à política ambiental no Brasil.

O presidente da Comissão Europeia foi além e procurou tranquilizar os agricultores europeus afirmando que o princípio de precaução está inscrito no texto do acordo anunciado com o Mercosul. Por esse princípio, os europeus têm ampla margem para bloquear importações agrícolas do Mercosul, mesmo sem comprovação científica de problemas sanitários. Bastará uma suspeita para isso.

Jean-Claude Juncker apontou ganhos para os europeus, incluindo a redução de 4 bilhões de euros de pagamento de tarifas para vender no mercado do Mercosul.

De seu lado, o presidente da Argentina, Mauricio Macri, na presidência rotativa do Mercosul, considerou que o acordo vai fortalecer o crescimento da região e atrair mais investimentos. Estima que as regras ficam mais claras para fazer negócios no Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

Bolsonaro manteve-se com a expressão séria, bem diferente do entusiasmo demonstrado de manhã cedo em entrevista à imprensa.

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Fonte: Valor Econômico

Insumos

4. BB busca manter a coroa no crédito rural

Ante a inexorável tendência de redução do crédito rural a juros controlados no país, o Banco do Brasil, líder desse mercado, deu partida à temporada 2019/20, que começou ontem, com uma estratégia centrada em avançar nas operações com juros livres, nas novas ferramentas de financiamento previstas no novo Plano Safra e na área de seguro.

Com participação de quase 60% no segmento de crédito rural, no qual conta com uma carteira da ordem de R$ 190 bilhões, o BB encerrou a safra 2018/19 com desembolsos de R$ 86 bilhões, 2% mais que em 2017/18. O banco havia disponibilizado R$ 103 bilhões, mesmo montante previsto para 2019/20, mas sobraram recursos livres.

"O banco está superpreparado para os novos tempos. Vamos ampliar nossa participação na próxima safra com mecanismos de mercado", afirma o diretor de Agronegócios do BB, Marco Túlio Costa. "Vamos aplicar todos os nossos recursos obrigatórios, mas devemos atuar mais com as fontes alternativas. Tem tudo para ser um ano-safra com bastante ênfase nessas opções de recursos", diz.

Para conquistar terreno em tempos de aumento da concorrência com bancos privados e cooperativas de crédito, uma das armas do Banco do Brasil será manter o atual patamar de juros aplicadas nos financiamentos com juros livres (de 8,5% a 11% ao ano) mesmo com o aumento das taxas controladas do Plano Safra 2019/20 - anunciado pelo governo há duas semanas, com um montante total de R$ 222,7 bilhões. Nos empréstimos com juros livres aos produtores rurais e às agroindústria, a taxa varia conforme o risco do tomador e o tamanho da operação.

Ainda que tenha programado novamente R$ 103 bilhões para o ciclo recém-iniciado, o BB incluiu nesse valor R$ 1 bilhão para a agricultura familiar (Pronaf), em linha com a decisão do governo de alocar, pela primeira vez, mais subsídios para equalizar as taxas de juros para os pequenos produtores do que para os de médio e grande portes.

Nessa disputa mais acirrada no segmento de crédito rural, o BB também aposta que pode se sair melhor nas operações de contratação de crédito a juros controlados para travar preços em bolsa no período de plantio da safra, medida aprovada na semana passada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Até o ciclo 2018/19, os produtores só podiam fazer essa operação no momento da comercialização, quando os preços já estavam definidos. O BB já fazia operações com contratos de opção com cana, cana e boi, mas com a nova regra Costa acredita que mais culturas poderão ganhar força.

O BB também aguarda com ansiedade a edição de uma medida provisória prometida por diversas vezes pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina, que permitirá a emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócios (CDCA) em moeda estrangeira, o que deverá incentivar uma maior atração de investimentos estrangeiros para a agropecuária brasileira.

Os bancos não emitem esses papéis, mas atuam nesse mercado distribuindo os títulos, que vêm sendo cada vez mais captados por empresas do agronegócio para financiar sua produção. Um dos desafios nessa área é que esses títulos sejam mais acessados também por produtores rurais, o que dificilmente acontece atualmente.

Além de estar de olho nesses papéis, o Banco do Brasil também está reforçando suas apostas nos empréstimos com recursos provenientes das emissões de Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), fonte de recursos livres que já figura como a segunda mais importante de sua carteira de crédito rural, perdendo apenas para a poupança rural.

"O CRA em dólar abre um grande leque de opções para fazermos intermediação de recursos internos e externos, travando preço em dólar e fazendo contratos garantindo operações no exterior", diz Costa. "São muitas as oportunidades que se abrem".

Por fim, o BB ainda mira o mercado de seguros, que deverá crescer com a promessa do governo de mais do que dobrar o orçamento do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), para R$ 1 bilhão no ano que vem. Para Costa, a maior oportunidade de negócios nesse mercado será ofertar mais apólices para segurar o risco de preços do produtor, e não só o risco causado por problemas climáticos.

"O mais importante daqui para a frente é o seguro de faturamento, porque garante proteção em meio à volatilidade de preços", afirma o executivo. De acordo com ele, nessa linha o Banco do Brasil também acabou de iniciar negócios na pecuária.

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Fonte: Valor Econômico

5. Plano Safra 2019/2020 entra em vigor

Desde esta segunda-feira (1°), está em vigor o Plano Safra 2019/2020. O plano tem R$ 225,59 bilhões, sendo R$ 169,33 bilhões para crédito rural (custeio, comercialização e industrialização) e R$ 53,41 bilhões para investimentos. O Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural terá R$ 1 bilhão, mais que o anterior da safra 2018/2019. Para 2020, haverá R$ 1,85 bilhão para apoio à comercialização nas modalidades de aquisição direta do produtor, contratos de opção de venda e subvenção de preços. O plano vale até 30 de junho de 2020.

As taxas de juros foram mantidas em níveis que permitem apoio ao produtor rural. No caso de custeio, comercialização e industrialização, será de 3% ao ano e 4,6% ao ano para os pequenos produtores (Pronaf), 6% ao ano para médios produtores (Pronamp) e 8% ao ano para demais produtores.

Nos programas de investimentos, as taxas vão variar de 3% a 10,5% ao ano.

Na quinta-feira passada (27), o Conselho Monetário Nacional aprovou as taxas, recursos e medidas do plano.

Saiba mais sobre o Plano Safra 2019/2020:

Pequenos e médios produtores

Os beneficiários do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) têm R$ 31,22 bilhões à disposição para custeio, comercialização e investimento. Pela primeira vez, o Tesouro Nacional alocou mais recursos para subvenção do programa em relação aos demais, somando R$ 4,975 bilhões.

Estão garantidos recursos de custeio para produção de alimentos básicos: arroz, feijão, mandioca, trigo, leite, frutas e hortaliças e para investimento na recuperação de áreas degradadas, cultivo protegido, armazenagem, tanques de resfriamento de leite e energia renovável.

Outra medida inédita é a que os financiamentos podem ser usados para construção e reforma de casas rurais dos pequenos agricultores. Serão destinados R$ 500 milhões para esse fim, pleito antigo do setor rural. Com estes recursos, será possível construir até 10 mil casas.

Os recursos para o Pronamp (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural) passaram para R$ 26,49 bilhões, R$ 6,46 bilhões a mais que o programado na safra 2018/2019, o que representa aumento de 32% nas verbas. Os produtores que não se enquadram no Pronaf podem ser beneficiados pelo Pronamp.

Seguro rural

Em 2020, será destinado R$ 1 bilhão para subvencionar a contratação de apólices do seguro em todo o país. Esse é o maior montante que o programa receberá desde sua criação em 2004.

Com esse valor, cerca de 150,5 mil produtores rurais poderão ter a safra segurada. Devem ser contratadas 212,1 mil apólices, com a cobertura de 15,6 milhões de hectares e valor segurado de R$ 42 bilhões.

Apoio à Comercialização

Foram aprovados novos preços mínimos, com reajuste médio de 7% para os principais produtos. Esses valores tiveram como referência os custos das lavouras, os preços nos mercados internacionais e a perspectiva das taxas de câmbio.

Financiamento

Algumas medidas no sentido de melhorar o acesso, aumentar a oferta de crédito e reduzir os custos financeiros serão implantadas por meio de uma medida provisória: Cédula do Produto Rural (CPR) em dólar, o Fundo de Aval Fraterno, Patrimônio de Afetação e equalização de juros para cerealistas.

Investimentos

Dentro dos recursos para investimento, o Programa de Modernização da Agricultura e Conservação dos Recursos Naturais (Moderagro) prevê a possibilidade de financiamento de erva-mate e de cana-de-açúcar para produção de cachaça.

Houve também elevação do limite de crédito por beneficiário do Programa de Incentivo à Irrigação e à Produção em Ambiente Protegido (Moderinfra). Para o empreendimento individual, passa de R$ 2 milhões para R$ 3,3 milhões por beneficiário. No caso de empreendimento coletivo, subiu de R$ 6,6 milhões para R$ 9,9 milhões. O limite de crédito será permanente.

Banco do Brasil

Na safra 2019/2020, o Banco do Brasil, um dos principais financiadores da agropecuária, destinará R$ 103 bilhões, valor 20% superior ao da safra anterior. Do total, R$ 91,5 bilhões para o crédito rural e R$ 11,5 bilhões para crédito agroindustrial. Por segmento, serão R$ 14,1 bilhões para a agricultura familiar e R$ 77,4 bilhões aos demais produtores.

O banco anunciou ainda que, além dos seguros agrícola e faturamento para as áreas financiadas, áreas não financiadas ou financiadas com CPR poderão ser contratadas online, o que permite a precificação e a contratação instantâneas para clientes específicos e parcelar o pagamento do seguro em até 7 vezes sem juros.

“O Banco disponibilizará o BB Seguro Pecuário Faturamento, garantindo aos Agropecuaristas o pagamento de indenização quando o faturamento obtido com a venda do rebanho segurado for inferior ao faturamento garantido (valor segurado) constante da apólice”, informou o banco.

No Pronaf Custeio, os agricultores familiares poderão, por meio do App BB, renovar as operações a qualquer momento, sem necessidade de ir à uma agência.

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Fonte: Mapa/Agrolink

6. Tecnologias na agricultura aumentam a produção em 20%

Inovações como a semeadura de precisão, fitas de irrigação, imagens de satélite e monitoramento de culturas através do uso de drones são algumas das tecnologias que se disseminaram, modernizando a agricultura no Chile e aumentando sua produtividade em até 20%. Os dados foram expostos pela Bayer em um encontro em Curicó, no Chile.

Entre os temas que geraram o maior interesse entre os participantes, destacou-se a massificação acelerada no uso da semeadura de precisão nos campos da zona central do país. Segundo dados expostos pela Bayer, mais de 80% das colheitas de vegetais na última temporada foram feitas com essa tecnologia, aumentando em 20% a produção total de toneladas de sementes. Da mesma forma, a implantação da fita de irrigação foi consolidada, atingindo 100% das lavouras, o que mostra uma importante mudança cultural em favor do uso responsável da água.

Rogelio Garrido, líder de produção Bayer disse que "estamos deixando para trás as práticas tradicionais para a instalação de máquinas e modernas soluções que, sem dúvida, nos ajudaram a aumentar exponencialmente os campos, permitindo o uso racional e otimizada de recursos. Desta forma, os indicadores de sustentabilidade, eficiência e produtividade são melhorados, atingindo níveis mais elevados de competitividade”, comenta ele.

Por sua vez, Matías Miño, líder regional da área de Row Crops da empresa, destacou o uso de outras tecnologias aplicadas à agricultura, como o uso de drones e equipamentos sofisticados de monitoramento de campo. "Mais de 95% da área total plantada por nossos agricultores foi monitorada com imagens de satélite, para ajudá-los em suas decisões de irrigação, agroquímicos e tempos de colheita, entre outros fatores de interesse”, completa.

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Fonte: Agrolink

Proteína Animal

7. Subnotificação de peste suína pela China impulsiona JBS e BRF na B3

As indicações de que as autoridades da China vêm ocultando o real impacto do surto de peste suína africana fizeram as ações dos frigoríficos brasileiros dispararem na bolsa. Ontem, os papéis da BRF lideraram o Ibovespa, seguidos de perto pelos de JBS. As ações de Marfrig e Minerva também subiram.

Na B3, o valor de mercado da JBS aumentou em R$ 3,2 bilhões - as ações subiram 5,5% -, para pouco mais de R$ 61 bilhões. A BRF, por seu turno, fechou o pregão avaliada em R$ 26 bilhões, o que significa aumento de R$ 2 bilhões. Os papéis da dona de Sadia e Perdigão tiveram alta de 8,67%.

Em relatório, o analista do Bradesco BBI, Leandro Fontanesi, destacou o impacto da subnotificação dos casos pela China. Segundo a agência Reuters, o número de animais sacrificados para conter a peste suína pode ser o dobro do oficialmente reportado pelo país asiático.

"Algo como 50% das porcas está morta", estimou à Reuters o veterinário Edgar Johnson, fundador a Enable Agricultural Technology Consulting, sediada em Pequim. Executivos de empresas de ração e genética suína disseram à agência que a queda em suas vendas embute uma redução de 40% a 50% do plantel suíno da China.

Até então, a estimativa consensual de mercado era de uma redução de 30% da oferta de carne suína do país asiático, conforme relatório publicado na semana passada pelo BTG Pactual. Com a possibilidade de um recuo ainda maior na produção, o espaço para novas altas das ações dos frigoríficos brasileiros seria ainda maior.

Entre as indústrias, a JBS é a preferida do BTG. O banco recomenda a compra dos papéis da empresa, com preço-alvo de R$ 27, o que embute um potencial de valorização de 20% sobre a atual cotação. Para BRF e Marfrig, os analistas Thiago Duarte e Henrique Brustolin recomendam a manutenção das ações, com preço-alvo de R$ 28 e R$ 7,40, respectivamente. Ontem, os papéis da BRF fecharam a R$ 32,08, e os da Marfrig encerraram o dia a R$ 6,48.

Por ora, o Bradesco BBI manteve a projeção de que o preço médio das proteínas subirá 9% neste ano e no próximo em decorrência da peste suína africana. Se o problema for mesmo maior do que os dados chineses davam a entender, a tendência é que o preços das carnes subam ainda mais, turbinando os resultados dos frigoríficos.

Em uma análise de sensibilidade, Fontanesi, do Bradesco, estimou que um incremento adicional de 5% no preços das carnes pode elevar o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) da BRF e da JBS em mais de 15% em 2020. No caso da Marfrig, a alta seria de 1%. A simulação considera que todas as demais variáveis não se alterariam.

Em meio à peste suína, os frigoríficos já vem se beneficiando nas exportações, como mostram os dados de junho da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgados ontem. Os embarques de carne suína in natura aumentaram 84% ante o mesmo período do ano anterior. O preço médio subiu 18,3%.

Notícia na ítnegra

Fonte: Valor Econômico

8. BRF emite R$ 750 milhões em debêntures

A BRF informou hoje que captou R$ 750 milhões por meio da emissão de debêntures. A empresa emitiu debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária e com esforços restritos.

Do total subscrito, 70 mil debêntures têm prazo de vencimento de três anos e 680 mil debêntures têm prazo de sete anos.

De acordo com comunicado enviado pela BRF à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a transação faz parte da estratégia de alongamento do perfil de endividamento da companhia, com a diversificação das fontes de financiamento e melhoria da relação prazo e custo de dívida.

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Fonte: Valor Econômico

9. Pesca e aquicultura têm melhores condições de comercialização

As medidas do Plano Safra 2019/2020, anunciadas pelo governo federal e que começam a entrar em vigor neste mês, conferem maior apoio creditício aos pescadores e piscicultores, com linhas de financiamento de custeio, comercialização, industrialização e investimento.

As medidas estão na Resolução nº 4.730, aprovada em reunião do Conselho Monetário Nacional realizada na última quinta-feira (27). Entre os destaques para o setor da pesca e aquicultura está o empréstimo para a comercialização.

Os produtores rurais que desenvolvem atividade pesqueira e aquícola podem obter financiamento para a estocagem da produção para venda futura, em melhores condições de mercado.

Também as empresas de conservação, beneficiamento, transformação ou industrialização de pescado e de produtos da aquicultura poderão acessar crédito de comercialização na linha de Financiamento para Garantia de Preço ao Produtor Rural (FGPP). A taxa de juro para essa linha é de 8% ao ano, com prazo de reembolso de 120 dias.

De acordo com Wilson Vaz de Araújo, diretor de Financiamento e Informação da Secretaria de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, “o Plano Safra 2019/2020 ampliou a inserção das atividades de pesca e aquicultura nas normas do crédito rural e assegurou níveis mínimos de remuneração do produtor rural na venda de pescado às agroindústrias do setor, pois o governo estabeleceu preços de referência para essa operação”.

Na tabela de preços de referência para a pesca estão o cação, a corvina, guarijuba, maria mole, merluza, pescada, abrótea, anchova, linguado areia, bonito listrado, matrinchã e tainha. Além do camarão 7 barbas, cavalinha, goete, pampo, sardinha, xerelete, pirarucu, cabra, castanha e tira vira são igualmente contemplados.

Dentre os produtos da aquicultura estão o camarão branco do pacífico Litopennaeus Vannamei, o tambaqui, pacu, pirapitinga e seus híbridos, e a tilápia.

Outra medida de apoio é a eliminação da exigência do Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) para a atividade aquícola, pois, segundo o diretor de Financiamento e Informação, não é necessário para investimentos em aquicultura, que se assemelha à atividade pecuária.

“É uma medida desburocratizante, que destrava as operações de crédito para o setor aquícola”, disse.

No ano agrícola 2018/2019, os financiamentos para pesca e aquicultura foram de R$ 626 milhões nas modalidades custeio, investimento e comercialização, com contratos de 14 mil operações feitas pelo segmento. No custeio, contabilizou R$ 484 milhões, na linha de investimento somou R$ 109 milhões e na comercialização, R$ 32 milhões.

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Fonte: Mapa/Agrolink

Agroenergia

10. Vendas de etanol no mercado doméstico batem novo recorde

As vendas de etanol hidratado (usado diretamente nos tanques dos veículos) realizadas pelas distribuidoras aos postos de combustíveis alcançaram em maio o maior volume da história para o mês. De acordo com informações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), foram 1,87 bilhão de litros, um aumento de 42% na comparação com maio de 2018, quando demanda interna já estava aquecida.

Nos primeiros cinco meses de 2019, foram comercializados 9,03 bilhões de litros de etanol hidratado, 36,9% mais que no mesmo período do ano passado, de acordo com os dados da ANP.

Nesse ritmo, as vendas do biocombustível, que compete com a gasolina, poderão chegar a cerca de 26 bilhões de litros até o fim do ano. E, se o consumo de gasolina C (vendida nos postos, com 27,5% de etanol anidro misturado) também seguir a tendência observada até maio passado, as vendas totais de etanol poderão se aproximar do patamar de 36 bilhões de litros.

O crescimento do consumo de etanol hidratado continua ocorrendo sobre o mercado da gasolina. Em maio, os preços do combustível fóssil mudaram pouco de patamar nos postos localizados nos principais centros consumidores do país, enquanto o etanol vem registrando forte queda com o avanço da moagem de cana no Centro-Sul do país e a preferência das usinas em produzir o biocombustível em detrimento do açúcar.

Mesmo na última entressafra da região, os preços do hidratado se mantiveram abaixo de 70% do valor da gasolina nos postos de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. O etanol perde vantagem econômica para a média da frota flex brasileira quando a relação está acima de 70%. No Paraná, a correlação caiu abaixo de 70% na segunda semana de maio.

Abrigando cerca de metade do consumo nacional, São Paulo registrou vendas de 977,5 milhões de litros de etanol hidratado em maio, 38% mais que no mesmo mês de 2018. As vendas no Estado já acumularam 4,69 bilhões de litros no ano, um aumento de 33%.

Em maio, o preço do etanol ficou em média 65% da gasolina nos postos paulistas. E, em junho, o litro do biocombustível encerrou o mês valendo 62% do valor da gasolina, de acordo com o último levantamento semanal de preços da ANP.

Segundo principal mercado de combustíveis do país, Minas teve vendas de 258,3 milhões de litros de etanol hidratado em maio, avanço de 68%. No ano, o crescimento foi de 58,4%, para 1,2 bilhão de litros.

A comercialização de etanol tem apresentado crescimento vertiginoso também em Mato Grosso, onde a demanda tem sido abastecida cada vez mais pelas usinas de etanol à base de milho. No mês de maio, as vendas de etanol hidratado cresceram 40% na comparação anual, para 81,6 milhões de litros.

As vendas de maio foram as maiores da história de Mato Grosso, superando o último recorde, alcançado em outubro de 2018 (81 milhões de litros). Neste ano, já são 390,4 milhões de litros de hidratado vendidos aos postos mato-grossenses, um aumento de 23,5%.

No mercado mato-grossense, o etanol está mais competitivo que a gasolina há mais de um ano. A última vez em que seu preço superou 70% do valor da gasolina nos postos foi na segunda semana de abril de 2018. Em maio, o percentual ficou em 58%.

No Paraná, as vendas cresceram 36% em maio, para 146,6 milhões de litros. O biocombustível só ficou economicamente mais vantajoso do que a gasolina nos postos paranaenses na segunda metade de maio. Em média, o preço do bicombustível em maio ficou em 70% do valor do fóssil no Estado.

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Fonte: Valor Econômico

11. Exportação de açúcar cai 20,2% em junho, para 1,500 milhão de toneladas

Na comparação com as exportações de maio, de 1,750 milhão de toneladas, houve recuo de 12,1%. Dados da Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia divulgados nesta segunda-feira mostram que, do total exportado no mês passado, 1,396 milhão de toneladas foram de açúcar demerara e 142 mil toneladas de refinado. Os dados consideram 19 dias úteis.

A receita obtida com a exportação do alimento em junho foi de US$ 447 milhões, 17,2% menor que a registrada em maio, de US$ 540 milhões e 22% inferior à de junho de 2018, de US$ 573 milhões. No acumulado do primeiro semestre de 2019, o volume exportado atinge 7,969 milhões de toneladas, queda de 18,1% ante o período de janeiro a junho 2018, de 9,732 milhões, com receita de US$ 2,346 bilhões, recuo de 26,7% sobre o total de US$ 3,202 bilhões de igual intervalo de 2018.

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Fonte: Estadão Conteúdo/UDOP

12. Produção de açúcar da Índia deve recuar 14,5% em 2019/20, diz associação

A Índia deverá produzir 28,2 milhões de toneladas de açúcar na temporada 2019/20, que começa em 1º de outubro, uma queda de 14,5% em relação ao ano anterior, disse nesta segunda-feira um importante órgão do setor.

O país, maior consumidor mundial de açúcar, acumula grandes montantes do adoçante em estoque, com usinas encontrando dificuldades para exportar devido aos preços globais pouco atrativos.

Apesar das estimativas de menor produção, a Índia estará em uma posição que a permitirá exportar açúcar no próximo ano, disse em comunicado a Associação Indiana de Usinas de Açúcar.

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Fonte: Reuters/UDOP

Grãos e Grandes Culturas

13. Cultura de algodão no MS registra aumento de 25% na área plantada

A colheita da safra de algodão 2018/2019 na região Centro-sul de Mato Grosso do Sul está finalizada, e, no Centro-norte o trabalho já começou com resultados relevantes para os agricultores.

Com aumento de 25% na área plantada, a estimativa do setor é somar 71 mil toneladas de algodão em pluma, e pelo menos, 160 mil toneladas em caroço de algodão.

O Estado é um dos cinco maiores produtores nacionais da matéria-prima, porém, os dois primeiros colocados somam juntos, 80% da produção nacional. O 1º colocado é o Mato Grosso, responsável por 50% do volume produzido e o 2º colocado, Bahia, que soma 30% da produção.

O presidente da Associação Sul-Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampasul), Adão Hoffmann, explica que apesar da cultura não ter a representatividade da soja e milho no Estado, apresenta um diferencial que tornou o Estado campeão nacional de produtividade.

"Na última safra conseguimos uma produtividade de 325 arrobas por hectare, resultado excelente, considerando 30 mil hectares de área plantada", reforça.

CENÁRIO REGIONAL

Hoffmann destaca que o desempenho da produção sul-mato-grossense é resultado de vários fatores combinados. "Além do clima e solo favoráveis, os agricultores são altamente tecnificados, o que possibilita conseguir uma alta produtividade em menor área", revela.

O representante da Ampasul explica que atualmente, 80% da produção é destinada ao consumo interno, sendo uma parte adquirida por uma usina de esmagamento de óleo de algodão bruto em Chapadão do Sul, outra para produção de ração e a pluma segue para Ivinhema, para uma cooperativa de fiação.

"Ainda assim, exportamos para outros estados e países, sendo 40% da pluma para países asiáticos e 60% no mercado interno. Quanto aos estados compradores de nossa matéria-prima estão São Paulo, Paraná e Santa Catarina", acrescente o dirigente.

ATUALIZAÇÃO DADOS

Hoffmann acrescenta que na região Centro-norte do Estado, 15% da colheita já foi concluída, a qual deve terminar até agosto. Assim como os agricultores que plantaram milho, os produtores de algodão esperam que não ocorram chuvas fortes durante o mês de julho. "Excesso de chuva é muito prejudicial para a colheita do algodão, comprometendo a qualidade da pluma que tem maior valor agregado", finaliza.

CENÁRIO NACIONAL

A estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para safra 2018/2019 é chegar a 3.994 mil toneladas, o que representa crescimento de 32,8% no volume. Com relação à produtividade, o percentual é menor, 3,3%.

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Fonte: Correio do Estado/Agrolink

14. Lavouras de soja nos EUA continuam com baixo índice de condições boas e excelentes

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou nesta segunda-feira (01), seu novo reporte semanal de acompanhamento de safras com poucas alterações na qualidade das lavouras americanas e no caso da soja uma evolução do plantio abaixo do esperado pelo mercado.

Sobre a soja, o USDA informou que a 92% da área já foi semeada, enquanto na semana passada eram 85%. A média esperada pelo mercado era de 95%, no ano passado o plantio já estava concluído e a média dos últimos 5 anos é de 99%.

Não houve divulgação de novos plantios para o milho e portanto, de acordo com o USDA, a safra encerra com 96% da área plantada.

O Departamento também trouxe os índices de condições de lavouras mostrando 54% delas em condições boas ou excelentes, ou seja, nenhuma mudança em relação à semana anterior. O mercado esperava um ligeiro avanço para 55%. Há um ano, 71% das lavouras de soja estavam em boas/excelentes condições . São ainda 35% dos campos em estado regular e 11% em situação ruim ou muito ruim.

No milho, 56% das lavouras se encontram em condições boas ou excelentes, o mesmo índice da semana passada, porém com a piora das lavouras em condições excelentes. As expectativas do mercado eram de 58%. 32% das plantações estão em condições regulares e 12% delas classificadas como ruins ou muito ruins, iguais aos índices da semana anterior.

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Fonte: USDA/Notícias Agrícolas

15. Exportações globais de café avançam 19,4% em maio, diz OIC

As exportações globais de café avançaram 19,4% em maio na comparação anual, atingindo 11,60 milhões de sacas de 60 kg, apontaram nesta segunda-feira dados da Organização Internacional do Café (OIC).

Nos oito primeiros meses da temporada 2018/19, iniciada em 1º de outubro de 2018, as exportações do produto cresceram 7,5%, alcançando 86,57 milhões de sacas.

As exportações de café arábica em maio foram de 7,54 milhões de sacas, alta de 26,3% em relação ao ano anterior. No acumulado da temporada, elas registraram avanço de 10,2%, para 55,91 milhões de sacas.

Já os embarques de café robusta cresceram 8,3% em maio, chegando a 4,05 milhões de sacas, com uma alta de 3% na temporada até o momento, para 30,65 milhões de sacas.

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Fonte: Reuters/Notícias Agrícolas

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