04 de abril de 2019

Publicação: Valor Econômico

Paper Excellence alfineta J&F por causa da Eldorado

Por Stella Fontes | Valor

SÃO PAULO - A Paper Excellence (PE), do empresário indonésio Jackson Wijaya, aproveitou um comunicado sobre a conclusão da compra da canadense Catalyst Paper para alfinetar a sócia J&F Investimentos, com a qual trava uma batalha judicial pelo controle da Eldorado Brasil. A disputa com a holding da família Batista, segundo o empresário, leva ao adiamento de novos investimentos no país.

“Confiamos no sistema jurídico brasileiro e esperamos uma decisão favorável à Paper Excellence para que possamos cumprir o contrato assinado com a maior brevidade. Lamento, pois a situação implicará adiamento de novos investimentos, na geração de riqueza e de empregos, em detrimento da sociedade brasileira”, diz Wijaya na nota.

Conforme o empresário, o país sempre esteve nos planos de investimento da PE, o que se confirmou com a assinatura do contrato de compra da Eldorado em setembro de 2017. O desfecho da transação, porém, não ocorreu como a estrangeira almejava. “Não posso negar minha surpresa com o rumo que tomou nossa primeira aquisição. Percebemos uma atitude dos vendedores que não condiz com um ambiente de negócios saudável para a atração de investimentos estrangeiros no Brasil”, afirma.

A PE já desembolsou R$ 3,8 bilhões por uma fatia de 49,41% da produtora de celulose de eucalipto que está instalada em Três Lagoas (MS) e tinha prazo até setembro do ano passado para completar a aquisição do controle — os 50,59% remanescentes permanecem nas mãos da J&F. A condição precedente era a liberação de garantias prestadas pela holding a dívidas contraídas pela Eldorado, o que acabou não ocorrendo.

Em sua versão, a PE diz que a J&F dificultou a liberação dessas garantias (ações da JBS e avais) por causa da valorização da companhia após a assinatura do contrato, que estabeleceu preço de R$ 15 bilhões incluindo dívidas. “Por sua vez, o interesse dos vendedores de se desfazerem do ativo e cumprirem o contrato assinado diminuiu”, diz a PE na nota. A J&F alega que cumpriu os termos acordados e que os caminhos propostos pela PE para liberação de tais garantias não estavam previstos em contrato, além de colocarem em risco a situação financeira da Eldorado.

A PE recorreu à Justiça, que indicou que o imbróglio deve ser resolvido na arbitragem, conforme previsto no acordo firmado entre as sócias. E reconheceu, em liminar, a validade do contrato de compra e venda firmado em 2017, que havia sido declarado extinto pela J&F um ano depois.

Sobre a Catalyst Paper, a PE informa que a aquisição concluída em março representa mais um passo na estratégia de crescimento da empresa e amplia seu portfólio de papéis e a capacidade de produção de celulose. A canadense pode produzir 1,3 milhão de toneladas por ano de celulose de fibra longa e diferentes tipos de papel.

Com sede operacional no Canadá e registro na Holanda, a PE informa que sua capacidade de produção supera 3,5 milhões de toneladas de celulose e papel e alcança receita anual de US$ 2,5 bilhões após a aquisição da Catalyst.

01 de abril de 2019

Publicação: Valor Econômico

Gráfica que imprime o Enem pede falência e sai do Brasil

Por Stella Fontes | Valor

SÃO PAULO - Uma das maiores gráficas do mundo, a americana RR Donnelley (RRD) entrou com pedido de autofalência na Justiça brasileira e informou hoje que está encerrando suas operações no país. A multinacional é responsável pela impressão do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) há cerca de dez anos e atendia editoras de grande porte no mercado brasileiro.

Com unidades em Blumenau (SC), Barueri (SP) e Osasco (SP), onde fica a sede, a RR Donnelley emprega mais de 600 pessoas no país. Em carta a funcionários, clientes e fornecedores, à qual o Valor teve acesso, a gráfica informa que a decisão foi tomada “com base em diversos fatores”, entre as quais a difícil condição de mercado da indústria gráfica e editorial “em toda parte, mas especialmente no Brasil”. A RRD conta ainda que registrou recentemente “uma grande redução de volume nos pedidos de um cliente importante”.

“A RRD buscou várias alternativas para evitar esse desfecho, mas uma análise meticulosa das finanças da empresa motivou nossa decisão. A RDD está requerendo a autofalência porque a empresa não terá caixa suficiente para honrar sua folha de pagamento no próximo mês”, diz a correspondência.

O plano da multinacional, segundo o exposto na carta, é vender seus ativos no decorrer do processo de falência, “para garantir a preferência legal em relação aos passivos trabalhistas e tributários pendentes”. O pedido de autofalência será apreciado na comarca de Osasco.

Aos funcionários, RR Donnelley diz que entrará em contato com os respectivos sindicatos com vistas à possível rescisão de todos os contratos de trabalho nos próximos dias, o que levaria à liberação dos valores depositados no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Para o diretor editorial da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf), João Scortecci, a combinação de crise econômica prolongada e as dificuldades financeiras das grandes livrarias no país contribuíram para o fechamento das operações da RRD no Brasil. Soma-se a isso as incertezas quanto às futuras compras governamentais, que respondem por dois terços do mercado brasileiro de livros didáticos.

“Quanto ao Enem, não vejo muito problema, porque a licitação anual ocorre em abril e há quatro ou cinco outras gráficas com escala suficiente para rodar”, afirmou Scortecci. “O que complica é a falta de clareza quanto à gestão no MEC [Ministério d a Educação]”. O mercado gráfico editorial movimenta cerca de R$ 5,4 bilhões por ano no Brasil e é o segundo maior para o setor, atrás apenas de embalagens.

Procurada, a RR Donnnelley informou, em nota com conteúdo muito parecido ao da carta aos funcionários, que operou no Brasil por mais de 25 anos, mas uma análise meticulosa das finanças motivou o pedido de autofalência. “Recentemente, a RR Donnelley perdeu um de seus principais clientes e registrou uma drástica redução no volume de trabalho contratado”, informou. No ano passado, a RRD teve venda líquida global de US$ 6,8 bilhões.

04 de Abril de 2019 (12:34)

Publicação: Money Times - Notícias

O bonde já passou para a Suzano e Klabin, aponta Credit Suisse

Para o banco, a melhor estratégia agora é esperar para identificar um novo nível de estabilidade para o mercado

Um muito disputado cabo de guerra entre os compradores e vendedores no mercado internacional de celulose levou a uma redução do otimismo do Credit Suisse com o setor no curto prazo, revela um relatório enviado a clientes. Segundo os analistas Caio Ribeiro e Rafael Cunha, as compras de papel na China caíram 6% em 2018 e as margens recuaram 40%. Isso se traduziu em uma demanda mais fraca por celulose e crescimento dos estoques.

“Esses fatores, a nosso ver, sugerem que a perspectiva de preços de celulose ao longo de 2019 deve permanecer mais incerta, o que acreditamos que torna menos atraente ter uma visão mais construtiva sobre as ações de celulose da América Latina no momento", destacam. Para o banco, a melhor estratégia agora é esperar para identificar um novo nível de estabilidade para o mercado.

Recomendações

A indicação para a Suzano (SUZB3) foi cortada de compra para neutra e o preço-alvo reduzido de R$ 62 para R$ 53. Ribeiro e Cunha explicam que a empresa está bem posicionada na indústria e com sinergias a serem capturadas pela fusão com a Fibria, no entanto, tem o curto prazo nublado pelas perspectivas incertas sobre os preços.

A Klabin (KLBN11) também teve a indicação alterada de compra para neutra, com preço-alvo cortado de R$ 24 para R$ 18.

“A Klabin é uma ação defensiva e deve gerar um rendimento decente de Fluxo de Caixa Livre de 9-10% nos próximos três anos. Contudo, acreditamos que seu ciclo de investimento potencial carrega uma série de incertezas e envolve uma grande soma de investimento de US$ 2,2 bilhões em um momento em que a alavancagem está em 3,1 vezes a dívida líquida sobre o Ebitda, que acreditamos ainda não estar madura para sustentar essa magnitude de investimento", pontuam.

04 de Abril de 2019

Publicação: Celulose OnLine - Notícias

China foi o maior comprador de celulose do Brasil em 2018

Em 2018, a China comprou aos produtores brasileiros celulose no valor de 3542 milhões de dólares, um acréscimo de 37,7% relativamente aos 2572 milhões de dólares registados em 2017.

A China superou a Europa como principal destino da celulose brasileira em ambos os anos, com o bloco europeu a adquirir produto no valor de 2668 milhões de dólares em 2018 e 1985 milhões de dólares um ano antes.

A realidade é diferente nos outros dois produtos com estatísticas divulgadas pela IBA, painéis de madeira e papel, em que a China surge em último lugar com valores monetários muito diminutos.

Nos painéis de madeira, cujo principal destino das exportações foi a América Latina, com 179 milhões de dólares em 2018, a China adquiriu produto no valor de apenas seis milhões de dólares, o dobro dos três milhões registados um ano antes.

No papel, a China comprou produto no valor de 47 milhões de dólares, uma quebra de 52,0% relativamente ao pago em 2017, tendo a América Latina sido, de novo, o principal destino das exportações, com um valor de 1418 milhões de dólares.

O sector brasileiro da madeira registou um saldo positivo de 9672 milhões de dólares nas suas trocas comerciais com o exterior, resultado de exportações no valor de 10 742 milhões de dólares e importações no montante de 1070 milhões de dólares.

Fonte: Mercado

03 de Abril de 2019 (01:01)

Publicação: Notícias - MS

Celulose garante saldo US$ 537 milhões na balança comercial do 1º trimestre em MS

Campo Grande (MS) - Mato Grosso do Sul fechou o primeiro trimestre de 2019 com um saldo na balança comercial acumulado em US$ 537 milhões. É o que revela a Carta de Conjuntura do Setor Externo do mês de abril divulgada hoje pela Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar). O documento é elaborado com dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior), do Ministério da Economia. para fazer o download.

“Nós tivemos uma desvalorização gradual do dólar ao longo de 2019. Por isso, os resultados no comércio exterior apresentaram uma queda em relação ao mesmo período em 2018. De janeiro a março deste ano Mato Grosso do Sul teve um leve aumento nas importações (5,26%) e queda nas exportações de 1,58%. Mesmo com essa leve queda, o superávit acumulado no primeiro trimestre de 2019 já chega a 537 milhões de dólares", comenta o secretário da Semagro, Jaime Verruck.

De acordo com os dados da Carta de Conjuntura, o crescimento do saldo positivo da balança comercial em grande parte foi impulsionado pela expansão da celulose (38,58%) representando cerca de 47% das exportações de Mato Grosso do Sul. A soja, embora seja o segundo produto com 18,75% apresenta queda em relação ao mesmo período do ano passado de 27,74%.

Em termos de destino, há uma concentração nas exportações para a China. As vendas externas para o país asiático, de janeiro a março de 2019 representaram cerca de 40,9% do valor total das exportações sul-mato-grossenses. Os países com maior aumento na participação foram: Estados Unidos (196,35%) e Emirados Árabes Unidos (84,1%). A maior queda foi registrada para Hong Kong, com baixa de 30,14% nas exportações em relação ao primeiro trimestre de 2018.

O principal município exportador foi Três Lagoas, com cerca de 56,11% dos valores exportados de janeiro a março de 2019, com composição baseada sobretudo nas exportações na indústria de Papel e Celulose.

Marcelo Armôa - Assessoria de Comunicação da Semagro.

03 de Abril de 2019

Publicação: Celulose OnLine - Notícias

Uma das maiores produtoras de celulose do mundo, finalizou a aquisição de empresa canadense

Paper Excellence finaliza aquisição da canadense Catalyst Paper

A Paper Excellence, uma das maiores produtoras de celulose do mundo, finalizou a aquisição da empresa canadense Catalyst Paper. A aquisição, concluída em março, é mais um passo na implementação do plano global de crescimento da empresa na indústria de papel e celulose. Com a conclusão da aquisição, a Paper Excellence incorpora ao seu ativo três unidades produtivas da Catalyst, um centro de distribuição e a sede de empresa, todos localizados na província de Columbia Britânica, no Canadá.

Com a aquisição, a Paper Excellence amplia seu portfólio de produtos que incluem papéis de impressão, papéis especiais e de embalagem. Além disso, aumenta a produção de celulose, impulsionando sua capacidade para atender clientes em todo o mundo.

“Sou grato à Paper Excellence pelo comprometimento com a indústria florestal na província de Columbia Britânica e pelo avanço da indústria de celulose", afirma o premier John Horgan. “Nosso governo continuará trabalhando para revitalizar a indústria florestal costeira. O anúncio mostra que outros atores estão comprometidos com esse trabalho", conclui.

Consolidação dos produtos

A Paper Excellence fabrica celulose de fibra longa (NBSK) para a indústria de papel, incluindo papel sanitário, e a pasta de Celulose Branqueada Quimitermomecânica (BCTMP) para impressão, cartão e embalagem, com especial foco no mercado asiático.

A Catalyst Paper produz 1,3 milhão de toneladas de produtos de papel e celulose, que incluem celulose de fibra longa (NBSK), embalagens industriais e papéis para serviços de alimentação, além de papel revestido de madeira moída, papéis de jornal e papelão.

A Paper Excellence, que há pouco tempo dava seus primeiros passos no setor, evolui de modo consistente e integra a lista, em menos de uma década, de um dos maiores produtores globais de celulose.

Paper Excellence no mundo

Com sede operacional no município de Richmond, província de Columbia Britânica, Canadá, a Paper Excellence cresceu rapidamente e se tornou uma das maiores produtoras de celulose da América do Norte e do mundo, com uma capacidade de produção de mais de 3,5 milhões de toneladas de produtos de papel e celulose, além de receitas de 2,5 bilhões de dólares após a aquisição da Catalyst.

Com a aquisição da Catalyst Paper, a Paper Excellence passa a contar com mais de 3 mil colaboradores distribuídos nas unidades do Canadá e França.

Paper Excellence no Brasil

Em setembro de 2017, a Paper Excellence assinou contrato com a J&F (que estava se desfazendo de seus ativos após envolvimento em um grande esquema de corrupção) para compra de 100% das ações da Eldorado Celulose. A aquisição foi negociada em etapas e a empresa adquiriu, de imediato, 49,41% das ações da Eldorado por 3,8 bilhões de reais.

Para concluir a aquisição dos outros 50,59%, a Paper Excellence foi obrigada a liberar as garantias prestadas pelo grupo J&F para as dívidas da Eldorado Brasil em 12 meses. O contrato assinado entre as partes não determinou nenhuma forma específica de liberação das garantias. O contrato impôs, no entanto, uma condição obrigatória de cooperação e colaboração entre J&F e Eldorado Brasil para liberação das garantias. O que não ocorreu.

“O Brasil sempre esteve nos nossos planos de investimentos. A compra da Eldorado confirma a importância e o respeito que temos pelo País. Não posso negar, minha surpresa com o rumo que tomou nossa primeira aquisição. Percebemos uma atitude dos vendedores que não condiz com um ambiente de negócios saudável para a atração de investimentos estrangeiros no Brasil", afirma Jackson Widjaja, Chairman do Grupo Paper Excellence.

Após o fechamento do negócio o cenário macro e microeconômico da Eldorado melhorou significativamente. O preço da celulose registrou uma alta histórica de 41,5%. O dólar, moeda atrelada para as vendas da Eldorado, subiu 32% no período. Consequentemente, o EBITDA da Eldorado Brasil aumentou 74%. Por sua vez, o interesse dos vendedores de se desfazerem do ativo e cumprirem o contrato assinado diminuiu.

Mesmo com todos os recursos necessários para a conclusão da operação (aproximadamente 10,8 bilhões de reais), desde julho de 2018, a vendedora mudou seu comportamento e passou a impedir o fechamento da operação, buscando se beneficiar do aumento do valor da companhia após o contrato.

Diante do comportamento da vendedora, a Paper Excellence entrou com uma ação na justiça para garantir a preservação de seus direitos e o cumprimento do contrato. O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu liminar mantendo a validade do contrato. O fechamento do negócio, no entanto, será decidido na Câmara de Arbitragem.

“Confiamos no sistema jurídico brasileiro e esperamos uma decisão favorável à Paper Excellence para que possamos cumprir o contrato assinado com a maior brevidade. Lamento, pois, a situação implicará adiamento de novos investimentos, na geração de riqueza e de empregos, em detrimento da sociedade brasileira", finaliza Jackson Widjaja.

03 de Abril de 2019

Publicação: Celulose OnLine - Notícias

Acionistas da Suzano aprovam incorporação da Fibria

Acionistas da Suzano aprovaram em assembleia geral extraordinária nesta segunda-feira a incorporação da Fibria, de acordo com fato relevante da produtora de papel e celulose.

A Suzano comprou sua rival Fibria no ano passado em uma transação de R$ 36 bilhões, o que a transformou na maior produtora de celulose do mundo.Também foi aprovada na assembleia, dentre outras modificações do Estatuto Social da companhia, a alteração de sua denominação social de `Suzano Papel e Celulose S.A.' para `Suzano S.A.'.

Também foi aprovada na assembleia, dentre outras modificações do Estatuto Social da companhia, a alteração de sua denominação social de `Suzano Papel e Celulose S.A.' para `Suzano S.A.'.

Fonte: G1

01 de Abril de 2019

Publicação: Celulose OnLine - Notícias

Suzano fala de investimentos de mais de R$ 6,4 bilhões

A Suzano anunciou nesta semana o objetivo de investir R$ 6,4 bilhões até dezembro deste ano. Entre os projetos previstos estão investimentos em modernização e expansão, estrutura logística, terras e manutenção operacional. O montante equivale a 20% da receita líquida pro forma da companhia em 2018, calculada a partir dos resultados alcançados separadamente pela Suzano Papel e Celulose e pela Fibria. As duas empresas, que deram origem à Suzano, concluíram a fusão em 14 de janeiro de 2019 e desde então operam como uma única companhia.

A maior parte dos investimentos, no total de R$ 4 bilhões, será destinada à manutenção florestal e industrial da companhia, que possui 11 fábricas e terras de plantio e/ou em 11 estados brasileiros.

Além disso, a Suzano prevê investir R$ 2 bilhões entre projetos de modernização e expansão e em terras e florestas. “São investimentos remanescentes em projetos anteriormente divulgados ao mercado, incluindo a compra de terras e madeira da Duratex, bem como eventuais novos investimentos que possam trazer, futuramente, maior competitividade à companhia e que garantam a manutenção de crescimento sustentável", afirma Marcelo Bacci, Diretor Executivo de Finanças e Relações com Investidores da Suzano.

A previsão de investimentos para 2019 conta ainda com R$ 400 milhões a serem destinados à construção de novos portos em Santos (SP) e em Itaqui (MA), projetos fundamentais para o escoamento da produção de celulose da companhia e para melhorar ainda mais o nível de serviço prestado aos clientes localizados em diferentes continentes.

A divulgação da previsão de investimentos anuais aconteceu em uma semana marcada por grandes eventos. A Suzano participou no dia 26 de março da cerimônia de abertura do pregão (“Opening Bell") do mercado norte-americano, na New York Stock Exchange (NYSE). Na sequência, promoveu nos Estados Unidos o primeiro Suzano Day desde a fusão entre Suzano Papel e Celulose e Fibria. No dia 28 de março foi realizado o Suzano Day em São Paulo. Ambos os eventos contaram com a presença de analistas, investidores e jornalistas especializado em economia e no setor de papel e celulose.

Ainda durante os eventos, a Suzano anunciou detalhes sobre a nova estrutura da empresa e informou que as sinergias operacionais resultantes da união entre Suzano e Fibria podem chegar a um valor entre R$ 800 milhões a R$ 900 milhões por ano.

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